Maconha e Cânhamo: Entenda a diferença

Maconha e Cânhamo Entenda a diferença
Maconha e Cânhamo Entenda a diferença
Maconha e Cânhamo Entenda a diferença
Maconha e Cânhamo Entenda a diferença
Cânhamo e a maconha são plantas da mesma espécie. No entanto, ambas são geneticamente distintas e utilizadas para finalidades diferentes.

O cânhamo: Atualmente classificada como Cannabis Ruderalis

Desde a antiguidade essa planta é utilizada por várias culturas para os mais variados fins. Alimento, medicina, óleo, cordas (cabos), roupas, limpeza de solo e uma infinidade de outras coisas.

Ela é muito diferente das outras duas variedades. Suas “fibras” são as mais resistentes de todas as plantas e recentemente devido a evolução das pesquisas descobriram que ela contém uma maior concentração de CDB (o canabidiol) em relação as outras duas espécies conhecidas.

Quando se trata de maconha e cânhamo é muito fácil se confundir, elas são variedades da Cannabis.

Muitas vezes são usadas para definir como maconha, mas estes termos são usados erroneamente, apesar de existir claras diferenças entre as duas plantas.

Primeiramente, é importante entender que o cânhamo e a maconha são plantas da mesma espécie. No entanto, ambas são geneticamente distintas e utilizadas para finalidades diferentes.

Cannabis inclui três variedades “conhecidas”: Cannabis sativaCannabis indica e Cannabis ruderalis.

 

Um sítio arqueológico nas ilhas Oki, próximo ao Japão, continha aquênios (sementes secas) de maconha de cerca de 8000 aC, provavelmente significando o uso da planta. O uso do cânhamo remonta arqueologicamente à Era Neolítica na China, com impressões de fibra de cânhamo encontradas na cerâmica da cultura Yangshao, datada do 5º milênio aC.

Mais tarde, os chineses usaram o cânhamo para fazer roupas, sapatos, cordas e uma forma inicial de papel.

 

A maconha: Rituais religiosos

As duas primeiras (sativa e indica) são bastante similares em seus efeitos psicoativos. Elas contém uma maior concentração de THC (Delta-9-Tetra-Hidrocanabinol).

Por essa característica, elas eram mais utilizadas em eventos ritualísticos para induzir ao transe.

 

Restrições recentes:

Jurisdições em todo o mundo baniram a maconha em vários momentos. Talvez o mais antigo tenha sido Soudoun Sheikouni, o emir dos Joneima na Arábia, que proibiu o uso nos anos 1300.

Em 1787, o rei Andrianampoinimerina de Madagascar assumiu o trono e logo depois baniu a maconha em todo o Reino de Merina, implementando a pena de morte como penalidade pelo seu uso.

Quando as potências coloniais europeias absorveram ou entraram em contato com regiões consumidoras de maconha, o hábito da maconha começou a se espalhar para novas áreas sob o guarda-chuva colonial, causando algum alarme entre as autoridades.

Após sua invasão do Egito (1798-1801), Napoleão proibiu o uso de maconha entre seus soldados.

A cannabis foi introduzida no Brasil pelos colonos portugueses e pelos escravos africanos no início do século XIX. A intenção deles era cultivar fibra de cânhamo, mas os escravos que os portugueses “importaram” da África estavam familiarizados com a maconha e a usavam psicoativamente, levando o Conselho Municipal do Rio de Janeiro em 1830 a proibir a entrada de cannabis na cidade e a punir seu uso qualquer escravo.

Da mesma forma, a prática britânica de transportar trabalhadores indianos por todo o império teve o resultado de espalhar as práticas de cannabis. Preocupações com o uso de ganja por trabalhadores levaram a uma proibição nas Ilhas Maurício britânicas em 1840, e o uso de ganja por trabalhadores indianos na Cingapura Britânica levou à sua proibição em 1870.

No mesmo ano (1870) agora na África do Sul, aprovaram a “Coolie Law Consolidation” proibindo “o fumo, uso ou posse e a venda, troca ou presente a qualquer Coolies (trabalhadores indianos) de qualquer tipo da planta Cannabis sativa.

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