A Flor da Vida e a Geometria Sagrada PDF

A Flor da Vida e a Geometria Sagrada
A Flor da Vida e a Geometria Sagrada
A Flor da Vida e a Geometria Sagrada
A Flor da Vida e a Geometria Sagrada
Giordano Cimadon. Em todo o mundo há construções de caráter religioso que foram elaboradas segundo os princípios da geometria sagrada.

Este PDF é uma coletânea de vários textos antigos retirados da própria internet.

 

Em todo o mundo há inúmeras construções de caráter religioso que foram elaboradas segundo os princípios da geometria sagrada. São igrejas, templos, monumentos, altares e jardins destinados a transmitir de maneira visual ensinamentos de natureza superior, já que tiveram sua constituição determinada por formas e proporções geométricas dotadas de especial significado místico.

Ao longo da história espiritual da humanidade, números e formas geométricas sempre foram considerados entidades especiais dotadas de um poder de criação e sustentação da vida. Enquanto os números são mais abstratos e conceituais, as figuras geométricas carregam maior apelo emocional, já que podem ser vistas e usadas para a construção de objetos no mundo físico.

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Uma das formas geométricas mais interessantes, mais antigas e que atualmente é muito usada em práticas místicas e para facilitar a transmissão de ensinamentos de certos movimentos espiritualistas é a chamada Flor da Vida.

Este é o nome moderno dado à uma figura geométrica composta de vários círculos de igual diâmetro, sobrepostos de maneira padronizada, formando uma estrutura semelhante à uma flor composta, em seu núcleo, por seis pétalas simétricas.

Numa cadeia infinita de círculos que formam uma teia harmoniosa dentro da qual emergem figuras geométricas sagradas para muitas tradições espirituais antigas, o centro de cada círculo está posicionado exatamente sobre a circunferência dos seis círculos que o cercam.

Muitos consideram a Flor da Vida como um dos mais importantes símbolos da geometria sagrada, pois dentro dela estariam codificadas as formas fundamentais que constituem aquilo que conhecemos como tempo e espaço. Estas formas seriam as estruturas conhecidas como a Semente da Vida, o Ovo da Vida, o Fruto da Vida e a Árvore da Vida.

Portanto, ela contém em si mesma as diversas etapas do desenvolvimento da vida, desde o surgimento com a Semente, sua expansão através do Ovo, sua proteção através do Fruto, a manifestação de sua beleza através da Flor e sua expressão final na Árvore, de onde nascerão as novas sementes, retomando assim o ciclo natural de expansão da natureza.

A vida tem sua origem nas águas e toda a vida na Terra requer a presença deste elemento para a sua manutenção. Ao contemplarmos a forma da Flor da Vida, com seus raios que partem do centro formando um hexágono, encontramos outro aspecto simbólico que reforça a mensagem transmitida por esta figura geométrica, pois sua forma básica é igual ao modelo estrutural do floco de neve, a água cristalizada.

Por este motivo a Flor da Vida é reverenciada desde tempos imemoriais, tendo servido como elemento de construção simbólica para muitas culturas antigas e alguns dos mais ilustres sábios da humanidade. Com muito pouca pesquisa é possível encontrar a Flor da Vida em muitos templos, obras de arte e manuscritos de culturas antigas espalhados por diversas partes do mundo.

Ela está espalhada por Israel, no interior das antigas sinagogas da Galileia e de Massada, e na região do Monte Sinai. Foram encontradas em mesquitas no Oriente Médio, em antigos sítios arqueológicos romanos localizados na Turquia, bem como no Marrocos e em obras de arte italianas datadas do século XIII.


Muitos templos japoneses e chineses, além da própria Cidade Proibida, ostentam diversos exemplares da Flor da Vida. Na Índia, ela pode ser vista no Harmandir Sahib, o Templo Dourado, e nos templos localizados nas Grutas de Ajanta. Ela também foi encontrada na Bulgária, na Hungria e na Áustria, assim como no México e no Peru.


Por muito tempo se pensou que a representação mais antiga da Flor da Vida havia sido gravada nas paredes do Templo de Abidos, no Egito, um lugar sagrado dedicado à Osíris, divindade crística que representa os ciclos de vida, morte e ressurreição. Contudo, o exemplar mais antigo estava num dos palácios do rei assírio Assurbanipal, e hoje pode ser encontrado no Museu do Louvre, em Paris.


Mesmo assim muitos autores afirmam que os desenhos da Flor da Vida no interior do Templo de Abidos possuem entre 6000 e 12000 anos de idade. Existem cinco Flores da Vida desenhadas em cada uma das duas colunas que sustentam o Templo de Osíris, todas desenhadas de forma muito precisa, mas não gravadas na pedra, e tão apagadas que quase não se pode notar sua presença.


Em regiões como a Polônia e outras culturas influenciadas pelos eslavos era costume esculpir a Flor da Vida em diversos tipos de arte feita com cerâmica. Além disso, foram encontradas muitas representações esculpidas nos caibros de madeira que serviam de sustentação para os telhados das casas destes povos, como uma forma de proteção contra relâmpagos.

Um dos maiores gênios da humanidade, o renascentista italiano Leonardo da Vinci realizou estudos a respeito da Flor da Vida e de suas propriedades matemáticas. Através da Flor da Vida, Leonardo desenhou de próprio punho diversos de seus componentes geométricos, como é o caso dos cinco sólidos platônicos e da Semente da Vida.

Assim como toda flor, a Flor da Vida nasce de uma semente, que neste caso é a Semente da Vida, uma figura geométrica formada por sete círculos dispostos segundo uma simetria hexagonal, formando um padrão composto por círculos e lentes, e que serve como componente básico estrutural da Flor da Vida.

Segundo algumas tradições judaicas e cristãs, os estágios de construção da Semente da Vida correspondem aos seis dias da Criação descritos no livro do Gênesis. E logo nas primeiras etapas dessa construção podem ser encontrados outros dois símbolos religiosos antigos, que são a Vesica Piscis, símbolo do eterno feminino, e os Anéis Borromeanos, correspondentes à trindade divina.

Acrescentando seis círculos à estrutura básica da Semente da Vida, temos a forma mais elementar da Flor da Vida. Esta, por sua vez, pode ser convertida no Ovo da Vida, um símbolo composto por sete círculos tomados do desenho da Flor. O formato do Ovo da Vida é semelhante ao formato do embrião nas primeiras horas de sua criação.

Por sua vez, o Ovo da Vida é o fundamento para a formação de diversas outras figuras geométricas. Uma delas é o Cubo, um dos cinco sólidos platônicos, e outra é o Tetraedro, outro sólido platônico, um pouco mais complexo que o Cubo. De extrema importância para a mística judaica é a Estrela de Davi, outro símbolo que pode ser extraído do Ovo da Vida.

Ampliando um pouco mais o Ovo da Vida podemos extrair o Fruto da Vida, que é formado por treze círculos tomados da Flor da Vida. Muitos consideram o Fruto da Vida como a própria planta arquitetônica do universo, pois conteria os fundamentos para a estrutura de todo átomo, de toda molécula e de toda forma de vida existente.

O Fruto da Vida contém a base geométrica do Cubo de Metatron, desde o qual é possível extrair os cinco sólidos platônicos. Se o centro de cada círculo for considerado um nó, e cada nó for conectado ao outro por uma linha, haverá um total de 78 linhas formando uma espécie de cubo, que é o próprio Cubo de Metatron.

Seguindo o desenvolvimento natural da Semente, da Flor e do Fruto da Vida, encontramos a Árvore da Vida, um conceito presente em várias teologias e filosofias herméticas, e uma metáfora muito importante para o conjunto de ensinamentos místicos de origem judaica, conhecido como Cabala.

A ideia cabalista da Árvore da Vida é usada para compreender a natureza de Deus e a forma como ele emana seus atributos de forma a constituir todo o universo. Ela pode ser entendida como um mapa da Criação e das energias presentes nos seres humanos, e corresponde tanto biblicamente como esotericamente à Árvore da Vida mencionada no livro do Gênesis.

Na busca pela compreensão de natureza mística da origem da vida, todos estes elementos geométricos derivados da Flor da Vida podem servir como instrumento fundamental e completo. Ela pode servir como amparo didático para o entendimento do esoterismo dos números, do fluxo de desenvolvimento da energia divina através do macrocosmo e do microcosmo, bem como uma mandala através da qual certos estados míticos elevados podem ser alcançados.

No judaísmo místico, especialmente na Kabbalah, Metraton (por vezes conhecido como “Metatron”) é o anjo supremo, mais poderoso até mesmo do que Miguel. Seu nome significa “Mais Próximo do Trono”, conhecido como o “Príncipe do Rosto Divino”, o “Anjo do Pacto”, o “Rei dos Anjos” e o “Anjo da Morte”, devido a sua pesada responsabilidade de ser encarregado da “sustentação da existência do mundo”. A etimologia da palavra “Metraton” é muito incerta. Dentre as várias hipóteses que têm sido propostas a esse respeito, uma das mais interessantes é a que a faz derivar do Caldaico “mitra”, que significa “chuva”.

Pela raiz da palavra “mitra”, mantém também certa relação com a “luz”. A propósito, assinalemos que a doutrina hebraica fala de um “orvalho de luz” emanado da “Árvore da Vida” pelo qual se deve operar a ressurreição dos mortos, bem como de uma “efusão de orvalho” que representa a influência celeste a comunicar-se a todos os mundos. Tudo isso lembra singularmente o simbolismo alquímico e o Rosacruciano. Sendo assim, é possível que se creia que a semelhança com o deus “Mitra” citado no Hinduísmo e no Zoroastrismo constitua uma um empréstimo do Judaísmo a doutrinas estrangeiras. É possível também ressaltar o papel atribuído à chuva em quase todas as tradições, enquanto símbolo da descida das “influências espirituais” do Céu sobre a Terra.

Alguns dizem que Metraton foi “originado” de Enoch, pai de Matusalém, um personagem bíblico, nascido na sétima geração após Adão. De acordo com o relato de Gênesis (capítulo 5, versos 22-24): “E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou”. Este pequeno trecho sugere que Deus o transformou em Metatron. Sobre este personagem bíblico existem também os livros apócrifos pseudoepígrafos: “Livro de Enoch I” e o “Livro de Enoch II”, que fazem parte do cânone de alguns grupos religiosos, principalmente dos cristãos da Etiópia, mas que foram rejeitados pelos cristãos e hebreus, por serem particularmente incômodos para os clérigos do ponto de vista político. Todavia, a epístola de Judas, no Novo Testamento bíblico, faz uma menção expressa ao Livro de Enoch, fazendo uma breve citação nos versos 14 e 15 de seu único capítulo.

É preciso notar que “Melek”, “rei” e “Malak”, “anjo” ou “enviado” não são na realidade senão duas formas de uma mesma palavra A frase “o anjo no qual é Deus” (“Maleak ha-Elohim”) forma o anagrama de “Mikael”. Convém acrescentar que, se Mikael se identifica com Metraton como acaba de se ver, no entanto, ele não representa senão um aspecto: o luminoso. Ao lado da face luminosa, há uma face obscura, e esta é representada por Samael, que é também chamado “Sâr haolam”, isto é, Satã. Segundo Santo Hipólito, “o Messias e o Anticristo têm ambos por emblema o leão”, que também é um símbolo solar: e a mesma observação podia ser feita para a serpente e para muitos outros símbolos.

De toda forma, pelo nome “Cubo de Metraton” é conhecida uma figura geométrica no mínimo curiosa. Esta figura contém em a si a projeção bidimensional de todos os corpos platônicos. Estes sólidos são, por sua vez, poliedros regulares convexos, ou seja: figuras geométricas tridimensionais simétricas, cujos ângulos e arestas mantém um valor constante e cujos lados são polígonos regulares iguais. Uma esfera inscrita, tangente a todas suas faces em seu centro; uma segunda esfera tangente a todas as aristas em seu centro e uma esfera circunscrita, que passe por todos os vértices do poliedro. Existem apenas 5 corpos platônicos: o tetraedro, o hexaedro (ou cubo), o octaedro, o dodecaedro e o icosaedro.

Os 5 Corpos Platônicos e o Merkabah inseridos no Cubo de Metraton.

Platão concebia o mundo como sendo constituído por quatro elementos básicos: a Terra, o Fogo, o Ar e a Água, e estabelecia uma associação mística entre estes e os sólidos. Assim, o cubo corresponde à Terra; o tetraedro, associa-se ao Fogo; o octaedro foi associado ao Ar e o icosaedro à Água. O quinto sólido, o dodecaedro, foi considerado por Platão como o símbolo do Universo, relacionando-se ao chamado Éter.

O Cubo de Metraton se constrói tomando como base o chamado “Fruto da Vida”, ou seja: 13 circunferências tangentes e congruentes, construidas a partir de um hexágono regular. Unindo-se os centros de cada uma destas circunferências com os centros de todas as demais, obtém-se esta interessante figura formada por 78 linhas. Pode-se notar facilmente que a imagem da “Árvore da Vida” da Kabbalah está contida neste conjunto de esferas. Igualmente se vê a “Estrela de David” (as diagonais do hexágono) e a “Estrela de Kepler” (ou “Merkabah”, forma estelar do icosaedro, versão tridimensional da “Estrela de David”).

A “Flor da Vida” é uma figura geométrica composta de círculos múltiplos espaçados uniformemente, em sobreposição, que estão dispostos de modo que formam uma flor, com um padrão de simetria multiplicada por seis, como um hexágono. Em outras palavras, seis círculos com o mesmo diâmetro se interceptam no centro de cada círculo. O Templo de Osíris em Abidos, Egito, tem o exemplar mais antigo até hoje, está talhada em granito e poderia representar o “Olho de Rá”, um símbolo de autoridade do faraó. Outros exemplos se podem encontrar na arte fenícia, assíria, hindu, no médio oriente e medieval. O padrão da Flor da Vida pode ser construído com lápis, um compasso e papel mediante a criação de várias séries de círculos interconectados. O padrão da Flor da Vida é a base do Fruto da Vida e, portanto, do Cubo de Metraton.

Uma simplificação da Flor da Vida é um símbolo muito antigo, encontrado nos Vedas e também na civilização celta. Os celtas o utilizaram muito como elemento decorativo, presente nos frisos e demais obras de arte. O círculo simboliza o universo imanente. Símbolos como o que encontra-se no centro são chamados de “triquetras”, que em Latim quer dizer “3 esquinas”. Alguns referem-se a este símbolo como sendo um símbolo de Jesus: o peixe formado por duas linhas curvas também era um símbolo dos cristão. A triquetra é formada por 3 destes “peixes”, portanto. Outro aspecto interessante é que a triquetra é um símbolo unicursal ou seja, traçado continuamente, representado assim a eternidade. Os Vedas falam de três mundos: o mundo material, o espiritual e o átmico.

Na principal oração (mantra) das doutrinas védicas são cantados no início do “Gayatri” significando respectivamente os três mundos (Bhur, Bhuvah e Svaha). A Filosofia Celta referência 3 níveis distintos de existência, mas interconectados e interpenetrados: o físico, o mental e o espiritual. Quando o Cristianismo “chegou aos Celtas”, este símbolo foi utilizado para simbolizar a Trindade Cristã: Pai, Filho e Espírito Santo.

Há uma tradição mística da Kabbalah que retrata o “Merkabah” (ou “Trono de Deus” ou “Carro de Deus”, ou “Carruagem de Fogo”) como um veículo que podia subir ou descer através de diferentes câmaras ou palácios celestiais, conhecidos como “Hekhalot”. Durante o período do Segundo Templo, a visão de Ezequiel foi interpretada com um vôo místico para o céu, e os místicos cabalistas desenvolveram uma técnica para usar o símbolo do Merkabah como ponto focal da meditação. O místico faria uma viagem interior para os sete palácios e usaria os nomes mágicos secretos para garantir uma passagem segura por cada um deles.

Até bem recentemente, esses procedimentos e fórmulas místicas só eram conhecidos pelos estudiosos da Kabbalah. O Merkabah é então um veículo de luz que transporta o espírito, a mente e o corpo, para acessar e experimentar outros planos, realidades e potenciais de vida mais elevados. Podemos classificá-lo como sendo um veículo interdimensional. Este carro de fogo é também citado na Bíblia quando o profeta Elias foi arrebatado por um destes veículos e levado aos céus para não mais voltar.

De acordo com os versos de Ezequiel, o Merkabah seria uma carruagem composta por 4 anjos. Estes anjos são querubins e são chamados de “Chayot” e são descritos como tendo forma humana, mas com faces diversas: uma de touro, outra de leão, outra ainda de águia e uma última humana propriamente. Há ainda anjos com forma circular, descritos como “rodas dentro de rodas” e que se chamam “Ophanim”. Estes anjos são responsáveis pelo movimento do carro nas quatro direções. Por fim, descreve-se a participação de serafins que são vistos como clarões de luz que funcionam como fonte de energia. Estes clarões de luz piscam com rapidez e estes serafins controlam todo o conjunto. Uma descrição bem parecida se encontra na tradição cristã, no Apocalipse de João, quando se descreve o Trono do Cordeiro, cercado pelos mesmos seres alados: touro, leão, águia e homem. A forma descrita do Merkabah é bastante discutível, mas é comumente aceito que se trate de um duplo tetraedro, um com vértice para cima e outro, para baixo, que giram em sentidos opostos. Este conjunto forma então uma estrela tetraédrica que se inscreve nos vértices de um icosaedro.

De um ponto de vista astrológico, a divisão do zodíaco em doze partes, permite o entendimento do processo da vida organizando-o em 12 signos estelares e 12 casas, localizando neles os 9 astros. Esta divisão pode ser descoberta também no Cubo de Metraton. Aqui então se encontra uma relação simbólica com as chamadas “Forças Querubínicas” e prática, com as horas do dia. Estas 12 entidades querubínicas derivam das quatro primordiais que são: o Touro alado, o Leão alado, a Águia (Escorpião) e o Homem alado (Aquário).

Leonardo da Vinci resumiu todo o simbolismo do Cubo de Metraton em seu famoso desenho “Homem Vitruviano”. Este desenho famoso acompanhava as notas que Leonardo da Vinci fez ao redor do ano 1490 num dos seus diários. Descreve uma figura masculina simultaneamente em duas posições sobrepostas com os braços inscritos num círculo e num quadrado. O Homem Vitruviano é baseado numa famosa passagem do arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio (donde o nome “vitruviano”) na sua série de dez livros intitulados de “De Architectura”, onde são descritas as proporções do corpo humano. O redescobrimento das proporções matemáticas do corpo humano no século XV por Leonardo e os outros é considerado uma das grandes realizações que conduzem ao Renascimento italiano. Das relações matemáticas encontradas na Proporção Áurea, que também podem ser observadas no mesmo desenho de da Vinci, emerge mais uma vez a Flor da Vida.

No Cubo de Metraton ainda é possível que se veja a projeção bidimensional de um tesseract (ou hipercubo). Um tesseract é uma figura tetradimensional regular composta por 8 cubos montados em 4 dimensões.

Tesseract “aberto” em 3D e o mesmo tesseract “montado” em 4D

Esquema de tesseract e tesseract inscrito no Cubo de Metraton

Círculos nas plantações (ou “crop circles” em inglês) são conjuntos de figuras geométricas desenhadas amassando campos de trigo, cevada, centeio, milho ou canola. Estas figuras são melhor observadas de um ponto mais alto, fazendo pouco sentido quando são observadas no nível do chão. A aparência geométrica e influenciada por fractais. A origem destes círculos é desconhecida e controversa. O fenômeno já foi observado em vários países em todo o mundo, começando pela Inglaterra na década de 1970. No Brasil, tal fenômeno vem acontecendo principalmente no interior dos estados de São Paulo e Santa Catarina. Foram sugeridas várias explicações que envolvem causas discrepantes como acontecimentos naturais, fraude e visitas de extraterrestres, mas não se chegou a nenhuma conclusão. O fato é que a maioria destes círculos acaba repetindo padrões que nos remetem mais uma vez ao Cubo de Metraton.

Atualmente muitos artistas têm se inspirado no Cubo de Metraton e suas variações e criado belas obras de arte sobre seu simbolismo.

fonte do texto: http://dreamgenerator.blogspot.com/2010/10/o-cubo-de-metraton.html

A Flor da Vida e a MerKaBa Por Drunvalo Melchizedek

Nesta época em que tanto ouvimos falar da existência de vários mestres, canais e seres iluminados que estão no nosso planeta para nos auxiliar em nosso processo evolutivo, achamos importante trazer aos nossos leitores algumas informações a respeito de um Ser que veio de uma dimensão superior e que irradia Amor Incondicional para tudo que tem VIDA – Drunvalo Melchizedek!!!

A origem do nome, Drunvalo Melchizedek, e o lugar de onde veio estão inter relacionados. A consciência de Melchizedek é um aspecto da consciência Universal Una. Quando Deus decidiu experienciar a criação, Melchizedek se dividiu em duas consciências: uma deste Ser e a outra chamada consciência Crística. Sendo assim, a consciência Crística é derivada da consciência de Melchizedek. A diferença é que a consciência de Melchizedek não tem forma no seu estado original, é pura Luz. Enquanto a consciência Crística é o aspecto que começou a integrar a possibilidade de ter forma e manifestação. A partir desta primeira divisão, houve várias outras subdivisões dentro da mesma consciência Crística.

Mas na verdade existe apenas Uma realidade.

Portanto, o que existe é um ciclo de Vida com seres descendo e outros subindo, mas todos fazem parte do mesmo Espírito Criador – de Deus. Há somente uma força vital que se move através de tudo o que existe. De acordo com o processo de ascensão, a energia da vida começa a se mover em direção a outros planos até chegar ao nível da consciência de Melchizedek.

Drunvalo veio ao nosso plano com a missão de nos ajudar na transição da terceira para a quarta dimensão e, de acordo com a informação que dá em seu workshop, A Flor da Vida, esta mudança no nível de consciência será um grande salto na nossa evolução. Parte do seu ensinamento é para nos ajudar a lembrar da nossa conexão com Deus através da ativação da nossa MerKaBa. A MerKaBa é tudo que tem vida no Universo, é como um cristal, pode ser programada e não tem limites. Na nossa ascensão ela será usada como um veículo orgânico natural, como um campo de energia cristalina que nos transportará para a próxima dimensão.

A MerKaBa pode ser utilizada como proteção, mas o que realmente devemos considerar é a intenção e a direção de nossos pensamentos, e para ativá-la precisamos sentir AMOR INCONDICIONAL. No momento em que ocorrer a transição e mudança dos Pólos Terrestres, será preciso que estejamos conectados com O AMOR, A BELEZA, A CONFIANÇA, A HARMONIA, A PAZ E A VERDADE.

Drunvalo nos aconselha, também, a trabalharmos nossos medos, pois na quarta dimensão tudo o que pensamos é manifestado na realidade externa. De acordo com ele, todo o nosso planeta ascensionar, ninguém vai ficar para trás já que, neste momento, podemos contar com a ajuda de inúmeros seres de luz e temos a atenção de todo o Universo! É como se toda a Criação estivesse interessada no processo da ascensão terrestre!

O importante é sentir amor por toda a existência e reconhecer a presença de Deus nos olhos de cada pessoa que
encontrarmos!
O
amor
move
montanhas!!!
LITERALMENTE!!
Parte

1

Os últimos 200 mil anos vistos pelos olhos de Thoth, o rei da Atlântida. Uma visão galáctica dos ciclos aparentemente eternos de nosso sistema solar. Um olhar lançado ao passado para conhecer o presente e entender o que está acontecendo em nossos caóticos tempos modernos. Esta história e visão geral é essencial para compreender o papel único que a Flor da Vida (Parte 2) desempenha no processo de transformação da humanidade, elevando-a de uma consciência separada a uma consciência crística.
Parte 2
A Flor da Vida, um desenho geométrico encontrado gravado numa parede de seis mil anos de idade no Egito. Quando for decifrado, utilizando-se a geometria sagrada, esse desenho revelará todas as leis do universo. As leis da física, matemática, música, biologia, cristais, elementos periódicos, emoções, etc., e, de fato, de qualquer assunto que se mencionar, encontram-se encerradas neste gracioso desenho. A Flor da Vida é a estrutura morfogenética da vida, Toda Vida, bem como o projeto de toda a antiga ciência, religião e arte, sendo igualmente válida hoje. De dentro da Flor da Vida surgirão os três tipos de consciência humana. O que estamos experimentando agora, o conhecido por nossos antigos parentes, e o que iremos de experimentar. A Chave é a Grande Pirâmide no Egito, bem como a resposta à Grande Busca do gênero humano visando à elevação em
freqüência,
entrando
num
novo
nível
de
consciência.
Parte

3

O Campo de Energia de Cristal do Corpo Humano. Coloca-se uma ênfase metafísica neste campo humano usando-se a Flor da Vida como a Lei. Os átomos de carbono e silício (vida orgânica e cristais de silício) são examinados, mostrando como ambos exibem as funções atômicas de vida e refletem as leis interiores da Flor da Vida. De fato, todos os elementos periódicos podem ser relacionados, em termos de estrutura, a essas mesmas leis. Uma olhada na concepção humana e proporções humanas externas revelam uma constância encontrada nos Sólidos Platônicos e na proporção phi, tudo diretamente derivado da Flor da Vida. Um campo de energia cristalina será visto cercando e penetrando o corpo humano, atingindo aproximadamente 16 metros de diâmetro ao redor do corpo.
Parte 4
Respiração Esférica e Espiral. Tecnologia interna e o veículo de luz na próxima expressão dimensional da Terra. Instruções precisas acerca de como respirar para ativar o primeiro campo cúbico mais interno que imediatamente passa a elevar a freqüência de nossa experiência neste mundo, acabando por conduzir à

consciência de quarta dimensão. São explicadas a cura e a sobrevivência consciente além deste mundo. Essa é a respiração que tínhamos antes de nascermos, ainda no útero, descendo do topo da cabeça e subindo pelo chakra de raiz. Ainda hoje é a respiração de golfinhos e baleias. É essa respiração que vincula o conhecimento da Flor da Vida à experiência da Vida.

NOTAS “CONFERÊNCIA

DO
DA PROFETA”
por Drunvalo Melchizedek

Para mim, as mudanças na Terra significam que começamos a procurar compreender nossa existência na Natureza e nosso propósito na Vida, ou quando passamos de um nível de consciência a outro. O amor sempre sabe a resposta a todas as perguntas da mente. Se o Amor permanecer em nossa consciência, não nos perderemos. Permaneceremos conscientes e não adormeceremos quando as mudanças começarem a se acelerar à nossa volta. Conheceremos e sentiremos a presença do Grande Espírito/Natureza a cada vez que respirarmos. A Unidade da Vida se tornará óbvia. Confiaremos na Vida. Amaremos a Vida. E nosso Propósito ficará claro.

Estamos reunidos aqui para passar conscientemente ao próximo nível de Vida. Isso lhes parece certo?

Creio que o mundo está pronto. Todas as malhas de consciência ao redor do mundo foram concluídas. Tudo foi adaptado e harmonizado a um grau altíssimo do ponto de vista humano. A Mãe Terra está desperta e consciente e Ela sabe exatamente o que estamos pensando e sentindo. Ela conhece nosso mais profundo desejo do coração. E creio que a Mãe nos ama mais do que sabemos. Acredito que Ela virá em nosso socorro, ajudando-nos a entender quem realmente somos. E seremos nós, como filhos, vivendo nossas próprias vidas, que conduziremos este mundo de volta à Luz.

Este é o tempo para o qual todos temos nos preparado nos últimos 13 mil anos – 1998 a 2012 – um período de 15 anos. Se tudo o que os profetas disseram sobre esse período se cumprir, estamos prestes a ser realmente transformados num novo tipo de humano. Até a ciência concorda que isso parece ser verdade, as crianças com quatro códons extras torcidos em seu ADN são a origem de uma nova raça humana.

Então, o é que há com o período de 1998 a 2012? Todos os profetas do passado chamaram a atenção para essa época. O Povo Indígena do Mundo, os nativos americanos (os Hopis & os Taos Pueblo), os Hopis – O Irmão/Irma Branco, a tribo zulu da África acredita na mudança futura. Os maias acreditam em razão da profecia de seus anciãos e do “Sexto Sol.” O Sétimo Sol está chegando. Os japoneses com as profecias do retorno de “Amaterasu” à Terra nesta época.

O que é realmente importante aqui é seu estado de consciência durante essa transição. Sua consciência pode
superar

qualquer

problema

físico.
Vejam
e
Vivam
a
Unidade
da
Vida.

Se vocês souberem que existe apenas um Deus e que toda vida está intimamente entrelaçada, e se enxergarem esta unidade por toda parte e, finalmente, se viverem esta unidade em seu dia a dia, a Mãe Terra os protegerá e com cuidado os conduzirá ao mundo futuro. Este é o grande segredo da Vida e a proteção que a Mãe Terra proporcionará.

Como se consegue isso? Abandonando a antiga consciência de Bem e Mal, o que devemos fazer para entrar na nova consciência superior. A antiga consciência considera-se interior ao corpo e vê tudo e todos como exteriores a si. Essa maneira de ver é uma ilusão.

por Jeff Wein

Material
Autorizado
por
Jeff Wein
para
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Internet
Jeff
Wein –
124
Hiawatha,
#3
Santa Cruz,
CA
95062
http://ourworld,compuserve..com/homepages/jeffwein/spanish.htm

Solange Christtine Ventura www.curaeascensao.com.br

Geometria Sagrada, a Flor da Vida e a Linguagem da Luz.

Geometria Sagrada, A Flor da Vida e a Linguagem da Luz.
Este símbolo geométrico ao lado é conhecido desde a mais remota antiguidade e chama-se “A Flor da Vida“.
Na verdade, segundo foi revelado, o símbolo da Flor da Vida é bem conhecido em todo o universo, menos aqui na Terra! Cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo humano conhece esse padrão geométrico e por ele é construído.

Edição e imagens: [email protected]
UM RESUMO DO CONHECIMENTO MATEMÁTICO SAGRADO UTILIZADO NAS CONSTRUÇÕES DAS GRANDES PIR MIDES DO EGITO, TEOTIHUACAN NO MÉXICO E EM OUTROS LOCAIS DA TERRA E EM OUTROS PLANETAS DO UNIVERSO (como em Marte)

Fonte: www.sacredgeometry.com

A Flor da Vida: Ela é o padrão geométrico da criação e da vida, em todo lugar.

Na verdade, não há nenhum conhecimento, absolutamente nenhum conhecimento no Universo que não esteja contido neste padrão da Flor da Vida.

Diz-se que grandes mestres concordaram em mais uma vez revelar esta antiga sabedoria, conhecida como a Flor da Vida.

Ela é um código secreto usado por muitas raças avançadas e por navegantes espaciais. O

código da Flor da Vida contém toda a sabedoria similar ao código genético contido em nosso DNA.

Esse código genético vai além das formas comuns de ensinamento e se encontra por trás de toda a estrutura da própria realidade.

Todos os harmônicos da luz, do som e da música se encontram nessa estrutura geométrica, que existe como um padrão holográfico, definindo a forma tanto dos átomos como das galáxias.

O símbolo da Flor da Vida se encontra inscrito nos tetos do Templo de Osíris, em Abidos, no Egito. Sabemos hoje que o símbolo da Flor da Vida também foi encontrado em Massada (Israel), no Monte Sinai, no Japão, China, Índia, Espanha, entre muitos outros lugares.

Acima: O Templo de Osíris em Abydos.

A maioria das nossas experiências meditativas centra-se no hemisfério direito do cérebro – o nosso lado intuitivo, emocional e sentimental.

Quando meditamos, geralmente, sentimo-nos muito bem.

Às vezes, durante as meditações, conseguimos ter visões ou imagens, ouvir sons calmos ou vozes inspiradoras.

Todas estas sensações se localizam no lado direito do nosso cérebro; o sentimental e intuitivo que nos conecta com nosso corpo mental superior.

Acima, a Flor da Vida em desenho no teto do interior do templo de Osíris em Abydos, no Egito.

Qualquer um que tenha tido experiências meditativas, fica com a sensação de ter tido uma experiência maravilhosa, mas mal começa a tomar consciência da realidade, começa a duvidar da validade da experiência que acabou de ter e começa a ter uma conversa do tipo“Nada disso!
É tudo imaginação minha isto não pode ser verdade, devo ter inventado estas coisas…”

O que acontece, é que o lado esquerdo do cérebro, não foi envolvido na experiência, ou seja, o teu lado esquerdo, o teu lado lógico, não teve qualquer envolvimento com o teu lado direito, com o teu lado intuitivo, e por isso não sabe o que fazer com estas experiências.

Então, o teu cérebro desata a fazer o que os pensadores, aqueles que têm a mente muito ativa, geralmente fazem, começa a rejeitar as tuas experiências intuitivas utilizando questões puramente lógicas, emocionais e racionais.

E como a tua experiência foi puramente sentimental e (abstrata) intuitiva, não tem por isso uma base lógica, racional de sustentação.

E é assim que começamos a diminuir as experiências internas que temos, com tanta facilidade.

Este é só um dos exemplos do que acontece quando os teus dois hemisférios cerebrais não estão a trabalhar em conjunto tal como deveriam.

O teu lado lógico mantém-se cético e por vezes até cínico, acerca do valor das experiências que acontecem no teu lado direito ou intuitivo.

É como usar só um motor do barco num percurso e, em que, se utilizares os dois motores, chega lá muito mais depressa.

Crop Circle Flor da Vida feito em 24 de Maio de 2009 em Bishop Cannings, Inglaterra. Então, significa que existe aqui um desafio a ser superado!

Ou seja, temos estas experiências maravilhosas, estes „insights‟ e visões fantásticas que são potencialmente e extremamente úteis ao nosso progresso e desenvolvimento, mas assim que saímos daquele estado meditativo e começamos a utilizar o lado lógico/esquerdo do cérebro surge a dúvida e os questionamentos.

E como é que resolvemos esse impasse?

Como conseguiremos ter os dois lados do cérebro funcionando em conjunto e em harmonia?

Pois bem, a vossa resposta, está na Geometria Sagrada!
A Geometria Sagrada é basicamente a geometria focada em descrever a criação e/ou consciência; o movimento da consciência pela realidade.

E como está em movimento (em vez de apenas se „ler‟ ou „observar‟, não é por isso uma atividade estática) apela diretamente ao nosso lado racional do cérebro.

Mas a Geometria Sagrada não é algo que se olhe e pense “Sim, já percebi!“, tens mesmo que pegar num lápis, num compasso e em papel e começar a desenhar.

É uma experiência quase hipnótica, asseguro-vos.

E o que acontece quando começas a desenhar é que o teu lado esquerdo do cérebro está envolvido também – e então começas a fazer, a criar algo.

É então que se dá a magia!

Ao desenharmos estas imagens (não só por olhares para elas) começas a aceder à essência da tua/nossa realidade, a base da criação numa linguagem que o teu lado lógico consegue finalmente entender.

E assim que inicias este processo, começas a permitir ao lado esquerdo do teu cérebro, o racional, a compreender uma explicação lógica para a Unicidade de todas as coisas. E fazes isto porque, em parte, estás a desenhar a realidade, a descrevê-la simplesmente porque estás a usar as formas e figuras construtoras da nossa realidade. Aqui, o teu lado lógico começa a entender! Começa a envolver-se na tua experiência espiritual, e num ápice, tens os dois motores do barco na água e então surge o “equilíbrio” e tudo começa a andar a toda velocidade.

Um Crop Circle feito com a forma geométrica sagrada da semente da Vida.

Ao olhar para a imagem da Flor da Vida pensamos que é demasiado complicada para se desenhar. Mas por agora, olhemos para esta imagem anterior acima e pensemos que ela é a base para muitas outras. O perímetro do quadrado e a circunferência do círculo são (aproximadamente) do mesmo tamanho. Assim, se um dos lados do quadrado for 3 cm, então a circunferência do círculo tem que ter 12cm – o que significa que o raio do círculo seria de 1,9 cm – mas verifiquem por vós mesmos.]

Quando fiz estes desenhos pela primeira vez, percebi que descreviam a relação entre o círculo e o quadrado, o feminino e o masculino.

E mais, descreve a relação num lado bastante masculino, ou seja, através de linhas retas (no lado feminino usam-se as formas curvas).

Agora, ao ler o parágrafo acima podes até dizer “sim, isso é verdade”, ou podes agarrar num lápis, compasso e papel e desenhar por ti mesmo.

Depois podes começar a sentir a diferença entre olhar para a Geometria Sagrada e praticá-la – “a diferença entre saber o caminho, e caminhá-lo” é enorme.

O Crop Circle de 1997, em Silbury Hill com a Flor da Vida e sobreposição de um Octahedron, um sólido platônico.

Como se pode saber o caminho sem o caminhar? Se o caminho se faz em cada passo que damos? Por isso digo, deixemos fluir a vida, sem pará-la em processos egóticos (puramente mental inferior), porque não saberemos o que temos pela frente se não o vivenciarmos.

Nestes desenhos o processo é o mesmo, acontece por vezes ter em mente uma coisa e sai outra totalmente diferente, porque pode haver o envolvimento e a entrega de tal forma, que o resultado é aquilo que os dois lados do cérebro quiserem experiênciar.

Assim é a vida também!

Contudo, fazer estes desenhos, não é uma experiência unicamente pertencente ao lado racional e lógico.

Formas como o Ovo da Vida (imagens abaixo na figura 7), possuem uma beleza tão grande e universal que apelam à nossa parte mais básica, mais essencial, dentro de cada um de nós.
Falam do que de mais belo existe dentro de nós, e que está esquecido, mas pronto a ser relembrado uma vez mais.

Uma beleza reconhecida intuitivamente, mas também logicamente, e por isso holisticamente.

Acima: Imagem de apenas UMA Galáxia, a de Andrômeda, vizinha mais próxima da nossa galáxia, com cerca de 1 trilhão de sóis/estrelas, localizada à cerca de 2,5 milhões de anos luz da Terra/sistema solar . Imagem: dailymail.co.uk/sciencetech

Formas e figuras que nos recordam o nosso lugar no universo e a forma como sentimos e entendemos, movimentamos e criamos harmonia no nosso próprio mundo, logo, em tudo o que nos rodeia.

São as formas que geram a essência do nosso universo muito particular e do Todo.

Acima: Nesta Imagem do telescópio espacial Hubble Space Telescope -HST feita de AGLOMERADO de GALÁXIAS Abell 1689, podemos ver o resultado da aplicação pelo Criador do uso da Geometria Sagrada na criação dos universos. São centenas de galáxias SEMELHANTES À DE ANDRÔMEDA em um pequeno conjunto que dá uma idéia da imensidão do Cosmos e das possibilidades que a vida têm para se manifestar…e tem pessoas que ainda pensam que somente na Terra existe vida humana…Aglomerado de Galáxias (Galaxy Cluster) Abell 1689HST ACS WFCH. Ford (JHU)

A Criação do Universo e a Geometria Sagrada

Imaginemos que no início tínhamos o vácuo, (o vazio absoluto) a consciência primordial sem forma, chamemos-lhe o Espírito. Com o objetivo de começar a criar, um raio de consciência no vácuo é disparado, primeiro para frente, depois para trás (um eixo), para a esquerda e direita (outro eixo) e por último, para cima e para baixo (terceiro eixo), obtendo-se assim o primeiro desenho da figura 1, isto com a mesma distância nas 6 direções, definindo as coordenadas espaciais (Norte, Sul, Leste, Oeste, Acima e Abaixo).

Figura 1 – Do vácuo à esfera

Todos nós temos estes 6 raios sensitivos partindo da nossa glândula pineal (um atravessando o chakra da coroa (o sétimo, o Sahasrara) e pescoço, outro atravessando a nuca e o chakra frontal (Ajna) e um terceiro atravessando os dois hemisférios cerebrais), correspondendo aos três eixos cartesianos x, y, z.

Esta capacidade criativa é inata a todos os seres humanos.
Se unirmos agora as várias direções tal como era feito nas antigas Escolas de Mistério, obtemos um diamante ou retângulo (segundo desenho, ver em perspectiva), após a formação deste quadrado à volta da consciência é disparado um raio de consciência no sentido ascendente, formando uma pirâmide, e um raio de consciência no sentido descendente formando outra pirâmide (terceiro desenho).

É importante referir que a função piramidal assume uma máxima importância no retorno à Fonte Primordial, o que é amplamente descrito no “Livro do Conhecimento, As Chaves de Enoch”, de JJ.Hurtak, “A inteligência humana deve ser iniciada nas funções piramidais de Luz antes que possa ser promovida à próxima ordem de evolução, à próxima célula (a)temporal consciencial”.

Como pode ser observado na figura 2 acabamos de obter um octaedro (na forma tridimensional).

É importante observar que isto é só a consciência, não existe um corpo no vácuo.

Foi simplesmente criado um campo à volta da consciência.

A partir deste momento é possível, pela primeira vez, imprimir movimento, criar energia cinética, ou seja, temos este octaedro base e podemos criar uma distância (afastarmo-nos ou aproximarmo-nos) ou então o criador pode simplesmente permanecer imóvel levando este primeiro octaedro a movimentar-se, passa a haver uma referência no centro do vácuo, logo passam a existir também distâncias.

Figura 2 – O Octaedro

Se movimentarmos este octaedro na direção dos vários eixos criamos os parâmetros perfeitos para uma esfera (figura 2), era exatamente isto o que os iniciados no Egito faziam nas suas meditações (quarto desenho da figura 1), tal como na Cabala em que as direções assumem bastante importância para algumas meditações específicas.

Todo indivíduo que estuda geometria sagrada está de acordo quanto ao fato de que uma linha reta representa o masculino e uma linha curva representa o feminino (e também de que toda linha é feita de “minúsculos pontos”, que na realidade são micro esferas e …).

O que os egípcios estavam criando ao realizar esta meditação era passar de uma forma masculina (octaedro) a uma forma feminina (esfera). Isto está diretamente associado à Bíblia e à parábola da separação do feminino (EVA) do princípio masculino (ambos existindo EM EQUILíBRIO na figura do Adam Kadmon, macho e fêmea ao mesmo tempo, ou seja, um ser divino não polarizado, um anjo!!) a partir das “costelas de Adão”, quando a polaridade masculina e feminina surgem.

Tudo o que conhecemos como “realidade” foi uma criação de uma consciência no infinito vácuo, os Hindus chamam-lhe Maya, que significa ilusão, todos nós podemos criar a nossa realidade (sermos deuses co-criadores) e libertarmo-nos de Maya, da ilusão do mundo material.

Figura 3 – O Padrão da Gênese da Flor da Vida

Partindo desta primeira esfera (com o ponto central) ou bolha no vácuo (primeiro desenho à esquerda da figura 3) o Espírito projeta uma nova esfera (segundo desenho) obedecendo às mesmas regras. Este processo lembra-nos a divisão na Mitose (reprodução assexuada).

Temos aqui a associação com o primeiro dia da criação (“Fez-se a Luz”).

Neste momento encontramo-nos perante um símbolo sagrado muito antigo conhecido como “Vesica Piscis”(figura 4 a seguir) associado ao Cristianismo e também conhecido como o “Peixe de Cristo” (na simbologia e numerologia).

Se considerarmos uma esfera como sendo Deus ou o Céu e uma segunda esfera como a Humanidade ou a materialidade esta intersecção simboliza o Cristo, o portal que une o Céu e a Terra.

Este símbolo está intimamente associado à criação da luz, sem ele a luz não seria possível, sem esta imagem geométrica não seria possível, por exemplo, a criação dos nossos olhos, responsáveis pela recepção da luz.

UMA MERKABAH, dois tetraedros(elemento FOGO) entrelaçados, O veículo de luz DE UM SER HUMANO ASCENCIONADO.

No segundo dia da criação com uma terceira esfera obtemos o símbolo da Santíssima Trindade (figura 4), a geometria básica da estrela tetraédrica, uma das formas geométricas mais importantes na criação(A forma da Merkabah, o corpo de luz que nos permite voltar ao nosso estado de consciência DIVINO e original). ”Quando duas Pirâmides de Luz se unem para formar um Selo de Vishnu, nasce um novo universo estelar de inteligência” (J.J. Hurtak).

Figura 4 – Acima, na água a “Vesica Piscis”

Continuando o movimento matemático da criação vamos chegar ao Sexto dia da criação obtendo-se o símbolo da flor de seis pétalas conhecida como a Semente da vida, o princípio da criação do Universo no qual nós vivemos.

Figura 4: a Trípode da Vida.

Este primeiro movimento em torno da primeira esfera, representa a primeira rotação ou Padrão da Gênese (os seis dias da criação da Bíblia), ilustrados no quadro de Anarion Macintosh.

Se pegarmos no padrão da Gênese, a primeira forma tridimensional que conseguimos extrair é conhecida como um Tórus (figura 5) , esta forma é obtida a partir da rotação da Semente da vida em torno do seu eixo central (último desenho da figura representa o Torus visto de cima em duas dimensões).

Quadro de Anarion Macintosh – A espiral e os seis estágios (os dias da “Criação” no Gênesis) da criação (acrylic on canvas). O universal Padrão da Gênese (Criação) universal.

Foi o matemático Arthur Young que descobriu que esta forma geométrica tem sete regiões conectadas, todas do mesmo tamanho (figura 6), o Tórus representa a forma geométrica base da existência, está presente em todos os planetas, estrelas, galáxias.

Figura 5 – um Tórus

O nosso planeta é um Torus com dois pólos magnéticos em comunicação (primeiro desenho com o eixo central e os polos) o que permite as precessões dos equinócios (ponto zero).

O Tórus está também presente no corpo humano (como por exemplo o nosso coração que tem sete músculos e sete câmaras formando um Toroidal bombeando sangue para suas sete regiões) e pode ser encontrado em todas as formas de vida existentes.

Figura 6 – Espiral Tórus com as sete regiões diferenciadas

Se efetuarmos uma segunda rotação (figura 6 a) em torno da Semente da vida , obedecendo às mesmas regras da primeira, vamos chegar a uma segunda figura tridimensional conhecida como o Ovo da vida.

Figura 6-a – rotações

O Ovo da vida representa a estrutura morfogenética (logo após a fecundação do óvulo, ele começa a se subdividir e em dado momento apresenta essa Formação do Ovo da vida (figura 7), em oito esferas aglomeradas) a partir do qual o nosso corpo foi criado.

A nossa existência física depende desta estrutura, desde a cor dos nossos olhos ao formato do nosso nariz…

Figura 7 – Ovo da Vida

Uma forma que também é revelada neste segundo Vortex (rotação) é a Árvore da vida (figura 8) que contém dez círculos que representam os Sefirotes (esferas em Hebraico) na Cabala, 10 aspectos da personalidade sintetizados no Adão Kadmon, o Homem Celeste, Logos.

Representa o caminho para iluminação espiritual e um mapa do Universo e da Psique.

Figura 8 – A Árvore da Vida (e árvore sefirótica da Cabala inserida)

Com uma terceira rotação obtemos um padrão determinante na formação da realidade física.

Quando olhamos de forma atenta para a Flor da vida (figura 9) vemos 19 círculos inscritos em dois círculos concêntricos, imagem essa encontrada um pouco por todo o mundo nas várias civilizações, a questão é por que parar nos 19 círculos ?

Figura 9 – A Flor da Vida e seus dezenove círculos entrelaçados.

Isto se deve à descoberta do próximo componente que era de extrema importância, por essa mesma razão mantiveram-no em segredo.

Esse conhecimento era considerado tão sagrado que decidiram não trazê-lo a público, codificando-o.

Se olharmos bem para a Flor da vida nos deparamos com a existência de vários círculos incompletos na periferia (esferas).

Tudo o que era preciso era completar estes círculos (técnica antiga para codificar o conhecimento).

Se efetuarmos uma quarta rotação torna-se fácil de perceber o padrão misterioso, o Fruto da vida :

Figura 10 – O Fruto da Vida

Este padrão de treze círculos é uma das formas mais sagradas em toda a existência material.

Na Terra é chamada de Fruto da vida (figura 10).

O Tórus, o Ovo da vida e o Fruto da vida são os três padrões que nos permitem construir tudo aquilo que conhecemos como realidade tridimensional sem exceção, em todo o universo.

Figura 11 – O Cubo de Metatron

Eis a origem do por que o número treze é sagrado em todas as culturas antigas de nossa civilização. Vivemos em um universo multidimensional que existe em treze diferentes níveis de consciência.

Eis a razão do porque de um mestre e doze discípulos.

O cubo de Metatron representa um de treze sistemas universais de informação contidos no Fruto da vida, nas linhas do Cubo de Metatron podemos facilmente encontrar os conhecidos sólidos platônicos, os tijolos básicos construtores da nossa realidade física da terceira dimensão (figura 11, acima).

Metatron e seu CUBO, o mundo tridimensional.

O cubo de Metatron demonstra-nos a verdade milenar de que toda a vida emerge, surge da mesma origem, do mesmo centro, da energia única, do Criador primordial.

Figura 12, abaixo – Os cinco sólidos platônicos e os cinco elementos, ocubo (Terra) , dodecaedro (O Aether, o elemento primário universal que dá origem a todos os demais e ao Universo “físico”), icosaedro (Água ), octaedro (Ar), a estrela com dois tetraedros superpostos (a Merkabah) e o tetraedro (Fogo).

Foi durante a sua permanência no Egito que Platão afirmou ter recebido conhecimento sagrado (em iniciações) no e do interior das Pirâmides, através dos sacerdotes egípcios.

Os cinco sólidos mais tarde apelidados de Platônicos representam na Alquimia os cinco elementos dos quais a nossa realidade material universal é composta.

Figura 13 – Os dois cubos dentro do Cubo de Metatron
Esfera – Vácuo; Tetraedro – Fogo; Cubo – Terra; Octaedro – Ar;Icosaedro – Água e por fim o Dodecaedro – O’Aether, (o Akasha) o elemento primário universal INVISÍVEL que dá origem a todos os demais elementos, aos Universos e ao cosmos inteiro

Figura 14 – Os cinco elementos e suas formas geométricas
“Isto não é apenas matemática, círculos ou geometria. Isto é o mapa vivo de toda a criação da nossa realidade.” Drunvalo Melchizedek.

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.
www.thoth3126.com.br
A CHAMA VIOLETA – OS MESTRES ASCENCIONADOS

A Flor da Vida – O Vescica Piscis – O Metatron

A flor da vida é um símbolo esotérico Egípcio que descreve a geometria sagrada que deu lugar ao Universo e que determina os processos naturais como a mitose celular e os movimentos dos sóis e os planetas.

Uma forma que conceitua a vida como um processo no tempo, a forma que contém os ritmos; as horas; os dias; os meses; os movimentos dos corpos celestes durante os quais a ideia toma forma, a semente germina.

Veja a matéria completa…

A Flor da Vida representa o momento em que Deus ativa sua vontade, quando desperta sua consciência para animar o Universo, quando abandona o estado de repouso, de não ego, de não ser, de vazio e de escuridão. É o momento em que Aton Rá, o Deus não manifesto, se transforma no Deus criador de tudo o que existe, o Fiat Lux, o momento em que nasce a flor da vida e que tudo inicia a sua primeira volta.

Para os Egípcios os movimentos de Deus começam com um ponto conceitual, o Olho de Hórus, de onde surge a flor da vida cujo fruto é o Universo, a criação. O ponto é referência para saber que existe um movimento, nele começa sua geometria sagrada, dali Deus cria o primeiro espaço virtual do Universo.

Faz isso projetando-se para fora como um ponto que avança repetindo-se formando uma linha reta, a forma Masculina, é o Deus Pai que manifesta sua energia e sua sabedoria. Sua vontade ativa é transformada pelo Deus Mãe, a substância infinita, que gera no seu interior uma resposta, o Deus filho que regressa com a percepção dum plano virtual reconhecido.
Assim os Egípcios entendem a Trindade, como um processo simultâneo, equilátero, de dados enviados, recebidos, e conscientizados. Por isso o triângulo equilátero é a base do Tetraedro, o primeiro sólido puro, forma primária, masculina de tudo que foi criado.

O processo se multiplica no tempo e no espaço, para frente, para trás, para cima e para baixo, a direita e à esquerda. Assim Deus gera um espaço virtual auto referente.
Simultaneamente ao girar esse volume ao redor do ponto de partida constrói-se o princípio feminino, a esfera, um espaço passivo sem tensões com todos os seus pontos ligados ao centro, ao Olho de Horus.

A esfera é a placenta que contem tudo, a substância de todas as formas e volumes, é uma expressão de unidade, de totalidade e de integridade. Nenhum dos pontos da superfície e mais importante que outro, e chega-se a todos

da mesma forma desde seu centro de força e energia que os origina. Átomos; células; sementes; planetas e sóis, todos fazem eco a essa forma de unidade e potencialidade.

A primeira esfera virtual contém os cinco modelos de Poliedros regulares, sólidos com todos os seus lados e ângulos iguais, chamados de sólidos Platônicos, em homenagem a Platão que aprendeu a Flor da Vida com mestres Egípcios.
São a base, os tijolos com que todo o Universo foi construído, simbolizavam os cinco elementos da Natureza: O fogo; a Terra; o Ar; o espírito ou éter; e a água.

Assim Deus compreendeu, criou e percebeu desde seu centro de força e energia o primeiro espaço finito que simboliza a Terra dentro do espaço infinito o céu.
A bíblia nos conta que no início Deus criou o céu e a terra, a terra era informe e vazia, as trevas cobriam a superfície do abismo, e o espírito de Deus se movia entre as águas.
Realiza então o seu primeiro movimento deslocando-se desde o centro da primeira esfera conhecida até chegar a sua margem, a membrana ou perímetro do espaço. Desde esse novo ponto central se repetem os movimentos que já conhecemos gerando-se assim outra esfera.

Cada esfera tem a mesma potência e desenvolvimento que a esfera original, dando assim à Flor da Vida o Fruto da Vida que gera sua própria flor. Cada esfera guarda no seu interior os cinco sólidos platônicos, a união da energia Masculina e Feminina, a reta e a curva, as duas matrizes geométricas que são a base da realidade existente.
Os sólidos Platônicos equiangulares e eqüiláteros conectam os centros de todas as esferas, assim aparecem o Tetraedro, o cubo, o octaedro, o icosaedro e o dodecaedro. São símbolos da inseparável relação entre as partes e a totalidade, formam um princípio de unidade para toda a geometria das formas existentes apesar de sua diversidade.
Padrões, formas e estruturas que existem na Natureza, da menor partícula a expressões reconhecíveis ao olho humano, até o imenso Universo, tudo segue o arquétipo geométrico que nos revela a natureza de cada forma.
A Flor da Vida revela que tudo está conectado é inseparável e único, nos lembra a nossa relação com a totalidade e nos permite compreender as bases sagradas de toda a criação

Na interseção das duas esferas iguais gera-se a forma mais importante das já existentes, é a chamada VESCICA PISCIS e simboliza o verbo Divino.
Os Egípcios acreditavam que do seu interior surgiram os números; os sete sons fundamentais; as letras e toda a sabedoria da criação. Tem a mesma forma da boca e do olho humanos. Em seu interior cabem exatamente dois triângulos eqüiláteros, que ao estar contidos num retângulo, são a base da proporção Áurea, a Divina Proporção. Daqui derivam todas as relações matemáticas fundamentais e os números importantes como Fi e Pi, simboliza também, a visão compartilhada, o entendimento mútuo entre indivíduos iguais, terra comum.

O Vescica Piscis é o espaço compartilhado, a interseção entre a esfera inicial e a nova gerada da sua borda. A partir dessa nova esfera conhecida repetem-se sucessivamente os movimentos em direção à borda exterior para gerar outra esfera, cada uma delas é uma nova dimensão, um novo som na escala musical, uma nova cor na escala cromática, assim vão se construindo até chegar à sétima esfera onde se encerra o primeiro ciclo e se completa a SEMENTE DA VIDA.
Sete esferas, sete dias da criação, sete notas musicais, sete cores espectrais, o coração tem sete capas de músculos, sete chakras, sete sistemas de glândulas endócrinas. Esse padrão geométrico se repete infinitamente é a base de tudo que existe, e seguindo a natureza faz crescer as flores, construí 1; 2; 4; 8; células primárias do
corpo humano ou as galáxias.
Ao expandir-se como uma eterna espiral vai gerando novas esferas e na terceira volta completam-se às 19 que formam a FLOR DA VIDA. Veja aqui o vídeo do MER-KA-BA:

Semente da vida Se pegarmos no padrão da Génese, a primeira forma tridimensional que conseguimos extrair é conhecida como Torus, esta forma é obtida a partir da rotação da Semente da vida em torno do seu eixo central (último desenho da figura representa o Torus visto de cima em duas dimensões).

Foi o matemático Arthur Young que descobriu que esta forma geométrica tem sete regiões conectadas, todas do mesmo tamanho (figura 2), o Torus representa a forma geométrica base da existência, está presente em todos os planetas, estrelas, galáxias. O nosso planeta é um Torus com dois pólos magnéticos em comunicação (primeiro desenho) o que permite as precessões dos equinócios (ponto zero). O Torus está também presente no corpo humano (como exemplo o coração que tem sete músculos formando um Toroidal bombeando para sete regiões) e pode ser encontrado em todas as formas de vida existentes.
Se efetuarmos uma segunda rotação em torno da Semente da vida, obedecendo às mesmas regras da primeira, vamos chegar a uma segunda figura tridimensional conhecida como o Ovo da vida.

Ovo da Vida
O Ovo ou semente da vida representa a estrutura morfogenética a partir do qual o nosso corpo foi criado. A nossa existência física depende desta estrutura, desde a cor dos nossos olhos ao formato do nosso nariz… Uma forma que também é revelada neste segundo Vortex (rotação) é a Árvore da vida que contém dez círculos que representam os Sefirotes (esferas em Hebraico) na Cabala, 10 aspectos da personalidade sintetizados no Adão Kadmon, o Homem Celeste, Logos. Representa o caminho para iluminação espiritual e um mapa do Universo e da Psique.

Árvore da vida Com uma terceira rotação obtemos um padrão determinante na formação da realidade física. Quando olhamos de forma atenta para a Flor da vida onde vemos 19 círculos inscritos em dois círculos concêntricos, imagem essa encontrada um pouco por todo o mundo nas várias civilizações, a questão é porquê parar nos 19 círculos ? Isto deve-se à descoberta do próximo componente que era de extrema importância , por essa mesma razão mantiveram-no em segredo. Esse Conhecimento era considerado tão sagrado que decidiram não trazê-lo a público, codificando-o.

Fruto da Vida Este padrão de treze círculos é uma das formas mais sagradas em toda a existência. Na Terra é chamada de Fruto da vida. O Torus, Ovo da vida é Fruto da vida são os três padrões que nos permitem construir tudo aquilo que conhecemos como realidade sem exceção. Se combinarmos estes treze círculos (femininos) com todas as linhas retas possíveis (masculinas), como é exemplificado na figura abaixo, obteremos a forma geométrica sagrada conhecida como o Cubo de Metatron :

Os dois cubos dentro do Cubo de Metatron
O cubo de Metatron representa um de treze sistemas universais de informação contidos no Fruto da vida, nas linhas do Cubo de Metatron podemos facilmente encontrar os conhecidos sólidos platônicos, os tijolos construtores da nossa realidade física.

O cubo de Metatron demonstra-nos a verdade milenar de que toda a vida emerge da mesma origem, do mesmo centro.

Foi durante a sua permanência no Egito que Platão afirmou ter recebido conhecimento sagrado do interior das Pirâmides. Os cinco sólidos mais tarde apelidados de Platônicos representam na Alquimia os cinco elementos.

Esoterismo: * A Flor da Vida – O Vescica Piscis – O Metatron

A FLOR DA VIDA – A FONTE DE TUDO QUE EXISTE.

A Flor da Vida

A Flor da vida tem um segredo através do qual pode-se descobrir o padrão mais importante e sagrado no universo.Esta é a fonte de tudo o que existe, ele é chamado o fruto da vida. Ele contém 13 sistemas de informação. Cada um explica outro aspecto da realidade. Assim, estes sistemas são capazes de nos dar acesso a tudo, desde o corpo humano para as galáxias. No primeiro sistema, por exemplo, é possível criar qualquer estrutura molecular e qualquer estrutura celular viva que existe no universo. Em Cada criatura curta vida.
Se você sobrepor um mapa (depois de obter a escala correta) com a flor completa da vida, todos os locais sagrados, de pé pedras etc, vai sentar-se no centro de seis pontos.

A Semente da Vida
O “Semente da Vida” é formado por sete círculos sendo colocados com simetria sêxtupla, formando um padrão de círculos e lentes, que atua como um componente básico da Flor da concepção da vida.

A Semente da Vida é um símbolo que representa os sete dias da criação em que o Deus judaico-cristão criou a vida, Gênesis 2:2-3, Êxodo 23:12, 31:16-17, Isaías 56:6-8.
O primeiro passo na formação da semente da vida (ou flor da vida) é começar com um círculo (como em 2D) ou uma esfera (como em um modelo 3D).
De acordo com algumas crenças religiosas, o primeiro passo na construção da Semente da Vida foi a criação do octaedro por um divino “criador” (ou “Deus”).
O passo seguinte foi para o criador para girar a forma em seus eixos. Desta forma, é formada uma esfera (ver esquema)

Consciência do criador, é dito que existem dentro da esfera e a única coisa que existe fisicamente é a membrana da própria esfera.
Este “primeiro passo” não deve ser confundido com o “primeiro dia”, sendo este último em referência aos sete dias da criação.

No primeiro dia, acredita-se ser a criação do Vesica Piscis, em seguida, a realização do tripé de vida, no segundo dia, seguido de uma esfera adicionado em cada dia subsequente, até todos os sete esferas construir a semente da vida, no sexto dia de Criação. O’Sétimo dia é o dia de descanso, conhecido como o “Sábado” ou “Shabat”.
Ovo da Vida
Após a criação da Semente da Vida movimento do vórtice mesma foi continuaram, criando a próxima estrutura conhecida como o Ovo da Vida.

Esta estrutura serve de base para a música, como as distâncias entre as esferas é idêntica às distâncias entre as tonalidades e as reticulações na música. Também é idêntica à estrutura celular da terceira divisão embrionária (A primeira célula divide-se em duas células, quatro células, em seguida, para, em seguida, a oito). Assim, esta mesma estrutura, uma vez que é mais desenvolvida, cria o corpo humano e todos os sistemas de energia, incluindo os utilizados para criar o Merkaba. Se continuarmos criando esferas mais e mais vamos acabar com a estrutura chamada de flor da vida.
A Flor da Vida
A Flor da Vida é o nome moderno dado a uma figura geométrica composta de vários uniformemente espaçados, círculos sobrepostos. Elas estão dispostas de modo a formar um padrão de flor-como com uma simetria sêxtupla. A forma mais comum de “flor da vida” é padrão hexagonal (em que o centro de cada círculo é na circunferência de seis círculos em torno do mesmo diâmetro), composto por 19 círculos completos e 36 parciais arcos circulares, delimitada por uma grande círculo.

É considerado por alguns como um símbolo da geometria sagrada, que se diz conter valor antigo, religioso que descreve as formas fundamentais de espaço e tempo. Neste sentido, é uma expressão visual das tece conexões de vida através de todos os seres sencientes, e acredita-se que contêm um tipo de Registro Akáshico de informações básicas de todas as coisas vivas.

A “Flor da Vida” podem ser encontrados em todas as grandes religiões do mundo. Ele contém os padrões de criação, como eles surgiram a partir do “grande vazio”.Tudo é feito a partir do pensamento do Criador.
No século 13, um grupo de cabalistas da França conseguiu, através da interpretação geométrica, em dividir o alfabeto hebraico inteiro em um pedido usando a semente da vida. O alfabeto resultante era notavelmente semelhante ao dos Religiosos sábio Rashi que escreveu seus comentários sobre o Antigo Testamento na época na França.
A flor da vida tem um símbolos secretos através do qual se pode descobrir o padrão mais importante e sagrado no universo. Esta é a fonte de tudo o que existe, ele é chamado o fruto da vida. Ele contém 13 sistemas de informação. Cada um explica outro aspecto da realidade. Assim, estes sistemas são capazes de nos dar acesso a tudo, desde o corpo humano para as galáxias. No primeiro sistema, por exemplo, é possível criar qualquer estrutura molecular e qualquer estrutura celular viva que existe no universo. Em cada criatura curta vida.

Existem muitas crenças espirituais associados à Flor da Vida, por exemplo, representações dos cinco sólidos platônicos são encontrados dentro do símbolo do cubo de Metatron, que pode ser derivada da Flor do padrão de vida. Estes sólidos platônicos são formas geométricas que se diz agir como um modelo a partir do qual todas as molas da vida.
Fruto da Vida
O”Fruto da Vida” símbolo é composto por 13 círculos tomadas a partir do desenho da flor da vida.

O fruto da vida é dito ser o modelo do universo, que contém a base para o projeto de cada átomo, estrutura molecular, forma de vida, e tudo o que existe. Ele contém a base geométrica para o delineamento de cubo de Metatron, que traz os sólidos platônicos. Se o centro de cada círculo é

considerado um “nó”, e cada nó está ligado a cada outro nó com uma única linha, um total de 78 linhas são criadas, formando um tipo de cubo (cubo de Metatron).
Árvore da Vida
O símbolo da Árvore da Vida pode ser derivada da Flor da Vida. A Árvore da Vida é um conceito, uma metáfora para a descendência comum, e um motivo de teologias mundo e as filosofias. Este tem sido historicamente adotada por alguns cristãos, judeus e pagãos, hermetistas. Junto com a semente da vida, que se acredita ser parte da geometria que se assemelha ao ciclo da árvore de fruta. Esta relação está implícita quando estas duas formas são sobrepostos um sobre o outro.

A Árvore da Vida é mais amplamente reconhecido como um conceito dentro da Cabala, que é usado para entender a natureza de Deus e da maneira em que ele criou o mundo ex nihilo. Os cabalistas desenvolveu este conceito em um modelo completo da realidade, usando a árvore para representar um “mapa” da criação. A árvore da vida tem sido chamado de “cosmologia” do Kabbalah.Some acreditam que a Árvore da Vida da Cabala corresponde à Árvore da Vida mencionado em Gênesis 2:9.
O Grid World: O invisível visível …
A porção da grelha de mundo, que invisivelmente rodeia o planeta. A grade é baseado na flor completa da vida “e do hexágono / hexagrama. O diâmetro do primeiro círculo foi calculado por desenhar uma linha de Orkney para Stonehenge (coincidentemente a linha acontece a passagem de Rosslyn Chapel que é exatamente no meio, este poderia ser o real “subiu linha”). Todos os sites antigos da Europa (círculos de pedra que simboliza a flor) pode ser encontrado deitado em uma dessas linhas. A grade também links de todos esses sites antigos juntos. Muitos dos mais antigos locais sagrados situam-se no centro de seis pontos.

Imagem© 2011 Andrew Monkman Todos os direitos reservados. Reproduzido com permissão
Leia mais: Geometria Sagrada – A Flor da Vida PS
A flor completa da vida também contém os três metatron cubo dimensional, que detém todos os sólidos platônicos.

Não apenas os blocos de construção da vida, mas os blocos de construção da própria criação.

O cubo de Metatron

2-D projeção do cubo pode ser encontrado na Flor da Vida
Abaixo apresentamos método simples de criar 2-D projeção de sólidos platônicos

Fontes do artigo e recursos:
Wikipedia
A Flor da Vida
Tutorial Geometria Sagrada
http://blog.world-mysteries.com/science/the-flower-of-life/

GEOMETRIA SAGRADA NA FLOR DA VIDA

Ativação do DNA e o Poder do Som

09/05/2014
Os geneticistas descobriram que o DNA humano sofre um salto evolutivo ativando algum DNA “lixo”(Não codificado) quando uma pessoa está enviando frequências positivas através de afirmações amorosas de gratidão.

Todos os idiomas linguísticos podem ser mapeados a partir da geometria sagrada na flor da vida, que mostra visualmente que a linguagem é vibração.

A flor da vida é considerada por muitas tradições metafísicas como sendo a primeira forma de vida energética completa que Deus criou, em seguida foram as ondas sonoras complexas de formas geométricas sagradas como Icosaedro, o Cubo do Arcanjo Metatron,

O Cubo de Metatron mostrou-se imparcial em muitas tradições e religiões antigas.

Tudo se trata de geometria sagrada como a flor da vida, asemente da vida, a Árvore da vida, a Proporção Áurea, a Espiral de Ouro, o Meio Dourado, o Phi, a Fibonacci, o Tetraedro, o Hexaedro, o Octaedro e o Dodecaedro.

O Arcanjo Metatron é considerado por muitas civilizações antigas como o ser à direita de Deus/Pai/Mãe, consciência universal no processo de criação.

A mensagem mapeada na forma conclusiva matemática, conforme ilustrado na geometria sagrada é uma verdade inquebrável na natureza, é tudo que existe na união, na harmonia e na UNIDADE.

Se alguma coisa viva não percebe isso, então a natureza desmonta-a e a recria em novas formas de vida que irão trabalhar com as leis da natureza.

As palavras que escolhemos dizer e ouvir vibram em uma frequência que altera o DNA humano, existem 64 códons de DNA.

As ondas de emoções fazem os códons se ativarem.

Nós só ativamos duas emoções.

O medo e o amor que têm diferentes ondas, o medo é uma frequência menor mas o amor incondicional tem uma frequência maior que ativa os padrões genéticos em seu corpo, através da ativação de mais códons.

Isso porque o Universo funciona em uma matemática simples como pode ser visto na linha dos números que todos nós aprendemos na escola e ainda tentando descobrir na vida,

(+) + (-) = estabilidade, nada para frente e nada para trás.

É por isso que quando você diz ou faz uma coisa positiva, e em seguida substitui-a por uma negativa, você entra em um atoleiro emocional, (-) + (-) = – o que significa que dois negativos sempre levam para uma descida.

Quando você diz ou faz algo negativo para si mesmo e segue com mais negatividade você cai em mais de um abismo,

(+) + (+) = + significa que dois positivos irão ampliar e crescer, uma vez que se alimentam de si em uníssono.

Isto é visto quando você faz ou diz algo de positivo para si mesmo, você se sente bem e se mantém em curso.

Aqui está o segredo, seu cérebro não sabe a diferença quando você diz ou faz algo negativo para si mesmo ou para os outros como o cérebro vê TODOS COMO UM SÓ SER.

Então, quando você diz ou faz algo negativo para os outros, o seu corpo também sente os efeitos do estresse, da ansiedade e da paranoia como se você fizesse isso para si mesmo.

A continuação de tal negatividade começa a criar estresse e doenças em seu corpo.

Viver no amor incondicional por si e pelos outros ativa a energia Kundalini da Fonte dentro de sua glândula pineal, exibido como uma variedade de sexto sentido é mostrado em uma variedade de obras espirituais ao longo dos tempos.

O toro funil que se parece com um campo magnético em forma de maçã em torno do seu coração é um toro múltiplo isolado no seu interior girando em um padrão circular até o topo e de volta para o fundo como um buraco negro.

É um laço matemático infinito no espaço entre os filamentos de DNA e seguindo em frente.

Isto é assim porque vocês são seres energéticos infinitos tendo uma experiência humana.

Você é um ser humano.

Significa que você está na experiência de “ser” um “homem” se transformando em um “Hu”, que significa Deus ou divindade.

Você é a integração de Deus ou Deusa no ser humano.

Um ser humano totalmente integrado é iluminado e é uma experiência de ponta do divino e do físico.

Então alimente seu EU positivamente com frequências energéticas divinas incondicionalmente amorosas na forma de palavras e pensamentos amorosos.

O sexto sentido é a muito tempo especulado no DNA humano, pode ser ativado com base no nível da consciência espiritual da pessoa, após a ciência ter provado que os longos mantras ou cantos que realizam cura, como acreditam os budistas, os nativos americanos, os maias, e muitas outras tradições antigas de cantos, e que estavam corretas.

A questão agora é, você está dizendo a si mesmo e aos outros algo que o faz avançar muito, ou você está fazendo um nanismo da sua evolução celular ?

A escolha é sua. http://semeadorestrelas.blogspot.com/2014/05/geometria-sagrada-na-flor-da-vida.html

Geometria Sagrada

Geometria

Sagrada

o

que

é?

Geometria
geo+metria
=
medição
da
terra
Geometria Sagrada = o estudo das ligações entre as proporções e formas contidos no microcosmo e no macrocosmo com o propósito de compreender a Unidade que permeia toda a Vida. Desde a Antiguidade, os egípcios, os gregos, os maias… os arquitetos das catedrais góticas, artistas como Leonardo da Vinci ou o pintor Georges Seurat…. todos reconheciam na natureza formas e proporções especiais, que traduziam uma harmonia e unidade em si… Essas relações de forma e proporções consideradas sagradas na geometria, na arquitetura, ….. também ocorrem de forma idêntica em outras áreas da expressão humana, como na Música. O estudo dos harmônicos, dos modos musicais vem fascinando os compositores e amantes da música há milênios. A mesma harmonia nos sons, nas formas, nas cores… também se encontra na natureza, do microcosmo ao macrocosmo…. Geometria Sagrada…. A linguagem mais próxima da Criação.

PITÁGORAS
Por que estudar Geometria Sagrada? Quando o ensinamento da geometria é utilizado para mostrar a verdade ancestral de que toda a vida emerge de um mesmo padrão, podemos ver claramente que…
… a vida floresce de uma mesma fonte: a força criativa inteligente e incondicionalmente amorosa que alguns chamam de “Deus” As verdades simples da Geometria Sagrada são o meio mais eficaz para ilustrar à nossa mente lógica a unidade de todas as coisas.
O estudo das relações entre essas proporções e formas nos leva à compreensão de que tudo o que existe advém de uma única Verdade. Uma única fonte. E que somos parte dela.Nos cursos da FOL/Flor da Vida os alunos são introduzidos aos ensinamentos de Geometria Sagrada. São apresentados os principais sistemas de consciência, ou de conhecimento, contidos no padrão da Flor da Vida, ilustrando ao hemisfério direito (nosso lado lógico) a Unidade de Toda a Vida. Ao estudarmos o padrão da Flor da Vida, e os sistemas nela contidos, fica clara a ligação, a Unidade de todas as coisas. Fica claro que só há uma realidade. E

que somos parte dela.

Essa certeza razoável permite a cada um de nós reconhecer – com absoluta convicção – de que somos parte de um único Ser. Permite a integração das nossas partes intuitiva e lógica. De repente ficamos livres do medo, advindo do sentimento de separação. O medo simplesmente deixa existir quando se instala em nós a certeza, a confiança razoável na unidade de todas as coisas! A Geometria Sagrada é também conhecida como a “Linguagem da Luz”. Somente a partir da compreensão desta verdade e da abertura de coração, podemos integrar os dois hemisférios cerebrais, ativando a importante glândula pineal, (hoje restrita a funções mínimas).

O Olho de Hórus “Que o Olho de Horus possa tomar a frente do deus e brilhar através de sua boca” Os Textos das Pirâmides Horus “o que governa com dois olhos” Na mitologia egípcia, Hórus era um dos 5 filhos de Rá e Rhea, o par original de deuses egípcios. Seus irmãos eram Osíris, Seth, Ísis e Néftis. Osiris sucedeu a Ra como rei do Egito e casou-se com Isis, sua irmã. Seu irmão Set, slew Osíris, que desceu para reinar na terra dos mortos. A viúva Isis, clama por seu irmão Horus para que destrua Set, o que ele faz após muitas batalhas. Eventualmente, Osíris ressuscitou.
O Olho Direito de Hórus representa a informação concreta, factual, controlada pelo hemisfério cerebral esquerdo. Ele lida com as palavras, letras, e os números, e com coisas que são descritíveis em termos de frases ou pensamentos completos. Ele aborda o universo de um modo masculino O Olho Esquerdo de Hórus representa a informação estética abstrata, controlada pelo hemisfério direito do cérebro. Lida com pensamentos e sentimentos esotéricos e é responsável pela intuição. Ele aborda o universo de um modo feminino. Nós usamos o Olho Esquerdo, de orientação feminina, o lado direto do cérebro, para os sentimentos e a intuição.

Dizem que na entrada da Academia de Platão havia uma inscrição onde se lia: “Somente aqueles familiarizados com a Geometria podem ser admitidos aqui.”

Na verdade, a Geometria vem da Matemática, dos números. Temos conhecimento da Escola de Pitágoras, para quem tudo era número, que diz que o Universo se expressa através de Números. Para ele existe O Um, a Mônada, a partir da qual tudo passa a ter existência. O Dois, a dualidade na sua forma mais pura, a simples polaridade do nosso mundo. O Três é o número de Deus, da Divindade. O Quatro, o número do mundo material,

da manifestação terrena, dos quatro elementos. O conhecimento era sagrado e não podia ser revelado a não- iniciados, tal o poder que eles conferiam a quem conhecesse sua linguagem. Assim, surgiram as Escolas Iniciáticas na Suméria, no Egito, na Grécia e, se vocês repararem, até na Bíblia quando se fala dos frutos proibidos da Árvore da Vida.

Podemos pensar na Geometria como a descrição gráfica do Universo. Diferente da matemática, abstrata, a geometria tem forma, comprimento, profundidade e conteúdo, muito conteúdo.

E o que faz uma Matemática Sagrada ou uma Geometria Sagrada? Certa vez encontrei uma definição maravilhosa dada por Robert Lawlor. Ele dizia que entre os conceitos dos antigos filósofos, que têm caráter sagrado, e os modernos, puramente racionais, tem uma diferença fundamental. Os antigos viam a Matemática e a Geometria como uma meditação sobre o Um Metafísico. Um esforço em contemplar e visualizar a ordem pura e simétrica que brota da Unidade. União do que é Matéria e do que é Espiritual, Divino.

O que era o Início? O que tinha no Início? Início de que? Início em qual Universo? Mas num Universo tridimensional, sob a responsabilidade daquelas leis das quais o Tempo é uma delas, houve um Início. No Início era uma Força, o Não Manifesto, sem dimensão, sem tempo, sem espaço.

Mas é necessário que esta Força se manifeste no Tudo, já que Tudo ela contém. Para que esta Força saia da ausência de dimensão e se revele, ela precisa de um Ponto de Partida. Nosso amigo ponto. Vocês já pensaram no que é um Ponto?
.

Vocês já perceberam quantos significados diferentes damos para a palavra Ponto? O ponto ainda não tem dimensão, nem tempo nem espaço, mas é necessário para a manifestação. Contém a Unidade. Penso que dá para traçar uma analogia com Kether da Árvore da Vida: perfeito, auto-sustentável, eterno. O foco de um círculo cujo centro está em todo Lugar e cuja circunferência está em lugar nenhum.

Da atuação desta força, surge a Linha.

A linha é a 1ª Dimensão, o mundo unidimensional. O comprimento. A linha pode ser infinita e conter infinitos pontos (unidade). Infinitas manifestações da unidade. Neste mundo já existe começo e fim; então, se considerarmos que a linha tem um Ponto de Partida, um Ponto Final e um intervalo entre estes dois, descobriremos que o número-chave do mundo unidimensional é o 3.

Vamos continuar imaginando que a Força está atuando em cada ponto da linha e vamos considerar um tempo igual para todos eles. Considerando um Ponto de Partida e um Ponto Final, a atuação desta força resultará em um Quadrado.

Nasce a 2ª Dimensão, mundo bidimensional. O número-chave desta dimensão é o 5, ou seja, linha de Partida, linha Final, lado direito, lado esquerdo e a superfície não revelada entre as linhas. Esta dimensão contém a anterior.

Se aplicarmos o mesmo procedimento, ou seja, a Força atuando sobre o quadrado, chegaremos ao Cubo. A 3ª Dimensão, mundo tridimensional.

O número-chave do mundo tridimensional é o Sete, seis superfícies reveladas e um conteúdo não revelado. Nosso plano Setenário. Esta dimensão contém as duas anteriores. Vejam, as dimensões maiores contém as menores. Podemos dizer que as maiores têm Consciência das menores, mas o contrário não se aplica.

Dá para dizer que a forma básica da matéria é o Cubo, cujo elemento constituinte básico é o quadrado. Vocês sabem que a vida aqui da Terra é baseada no Carbono? A estrutura cristalina do Carbono é hexagonal, seis lados.

Vamos cortar o cubo de tal forma que o pedaço cortado contenha as três dimensões.

Retiraremos o Tetraedro, uma ponta, mas fica no cubo uma face que agora é um triângulo eqüilátero. O triângulo é a representação simbólica de Deus. Seus pontos estão em harmonia, equilíbrio, não têm tensão. A distância é a mesma entre qualquer de seus pontos.

Então, dentro do Cubo está contida outra forma geométrica que obedece a leis diferentes. Dentro do Cubo, que é matéria, mundo tridimensional, está oculto o Eu Divino, a Essência Divina, o Triângulo.

Se continuarmos a “lapidar” este cubo – a matéria – chegaremos à forma geométrica da Pirâmide. Base quadrada e lados triangulares.

Observe as figuras abaixo.

Na primeira temos uma Pirâmide. Localize o centro de cada uma das faces e trace uma linha ligando estes centros nas faces adjacentes, ou seja, lado a lado. Você chegará ao Cubo… Na segunda figura temos um Cubo. Faça o mesmo … trace uma linha ligando os centros de cada face adjacente. Você chegará à Pirâmide.

Dirão alguns: simples geometria. E geometria bem bonita! A diferença desta para a Geometria Sagrada é ir além da parte intelectual: é perceber.

Esta é a representação do homem que foi além. Não é mais um Cubo opaco, e sim um Cubo transparente, mostrando seu interior Divino, a Pirâmide. Usa a base quadrada apenas para dar sustentação e revelação, manifestação no mundo tridimensional. A essência é Divina.

A Pirâmide, em termos de símbolo, quer dizer:Seres de Deus.

Falamos que o Cubo é a representação do homem material. Reduzindo uma dimensão, para entendermos melhor, um cubo aberto, tem duas representações possíveis.

Somos levados à Cruz. Símbolo do homem que crucificou seu Eu Divino no mundo tridimensional. O único pensamento é para a Matéria. Símbolo do homem que ainda é Cubo Opaco. Pode representar, também, o Tempo e o Espaço, os dois grandes pilares de sustentação do tridimensional. Nossa prisão por enquanto; poucos escapam, por momentos…

No Cubo Opaco o Divino não consegue se manifestar: o homem está preso às leis da matéria e morre nessa cruz. Mas a morte não é definitiva; em algum momento o Eu Divino se erguerá sobre a Matéria.

Talvez esta tenha sido uma das mensagens que um Ser Iluminado tentou nos passar há 2.000 anos atrás. Nós é que estamos presos na Cruz. Mas Ele mostrou que é possível morrer para a Cruz e se libertar dos grilhões do espaço-tempo retornando à Casa do Pai.

Afinal somos Seres de Deus e Somos Todos Um.

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O segredo da geometria sagrada: crop circles e as pirâmides.

Geometria sagrada é a geometria usada pelos construtores das pirâmides de Gizé e outros monumentos por todo o mundo, os engenheiros recebiam informações extraterrestres para realizá-la, desde os primórdios da humanidade. A geometria sagrada foi um segredo por mais de 10.000 anos, somente iniciados poderiam usá-la,

hoje ela foi revelada pelos próprios extraterrestres através de mensagens mentalizadas. Entenda como funciona essa engenhosa arquitetura e para que ela foi usada 10.000 anos antes dos homens.

O que é um “crop circle”? Literalmente, quer dizer círculos cortados. Os círculos em plantações, à primeira vista pareciam caules de trigo cortados, mas na verdade ao se olhar bem de perto eles estavam curvados ou dobrados de uma forma muito suave, quase que dobrados pela mão. São imagens desenhadas em uma geometria muito complexa. Algumas são imagens em 4° dimensão transportada para uma imagem 2d, outras imagens são imagens fractais, mas todas são baseadas na geometria sagrada.
Quem presenciou os eventos ou que testemunharam a criação dos “crop circles”, disseram que no dia havia um cheiro de queimado típico de queimadas. Um som de máquinas funcionando, zumbidos e luzes piscando.
Os primeiros desenhos foram encontrados em várias partes da Inglaterra e logo depois em várias partes do mundo, mas eles são em grande parte na Inglaterra. Canalizações dizem que em países como Inglaterra e USA existe a necessidade de uma consciência espiritual maior a ser desenvolvida do que em outros países como o Brasil, por exemplo. No Brasil a espiritualidade é bem mais difundida e em níveis mais elevados.
Os “crop circles” são na verdade mensagens para a ascensão de nossa consciência, são desenhos que usam a geometria sagrada.
Desde a descoberta dos primeiros desenhos, eles foram ficando cada vez mais complexos. Evoluíram para desenhos mais fractais e com vários significados e interpretações.

Por quê desenhos geométricos em vez de uma linguagem escrita?

A maioria pensa dessa maneira: por quê em vez de desenhar não escrevem logo?
Não, o desenho é importante, porque diferentemente da escrita, ativa uma parte do cérebro responsável pela inteligência, percepção e consciência. Do mesmo modo que as línguas que utilizam o desenho, como a Chinesa e a Japonesa, ativam partes do cérebro responsável pela inteligência.

Os cientistas já comprovaram a eficácia das linguagens que utilizam desenhos (pictográficos) que aumentam a capacidade do cérebro, desenvolvendo o cérebro como um todo. Além disso, os desenhos geométricos podem

ser compreendidos em várias línguas, não existe necessidade de tradução, assim sendo é mais fácil de ser difundida. A verdadeira intenção das imagens dos “crop circles” é ativar o nosso cérebro e fomentar a inteligência para a busca de informações e conhecimento. Perceba que as pessoas tentam decodificá-los em vez só de ver ou observar. Se fosse uma escrita simples não haveria necessidade de um desenvolvimento cerebral. Um texto não pode trazer tantas informações do que uma interpretação, o desenho desencadeia informações dentro do cérebro, fazendo com que ele reaja pensando e assim buscando novos conhecimentos. A interpretação é uma forma de aumentar o raciocínio, nas escolas hoje em dia as crianças aprendem a interpretar os textos.

Por quê ativar a consciência com desenhos geométricos? A geometria é uma forma de vida artificial e quando utilizada na forma da geometria sagrada ela cria vida e transforma-se em um tipo de energia vibracional. A geometria sagrada funciona como uma música em forma de geometria, em vez de sons ela provoca sensações e vibrações energéticas, que provocam nossa consciência a pensar.

Os criadores das pirâmides que não foram os egípcios, usavam-na para guardar energias telúricas e pranas, para alimento do espírito. Não pensem que as pirâmides eram túmulos como a maioria dos arqueólogos pensam, a forma da pirâmide cria um vortex de energia que circula por entre as pedras e sobe para o topo criando um centro de energia como um raio cósmico em direção ao universo. Esse poder foi passado por iniciados de entidades extraterrestres com o intuito de preservar a energia telúrica e prânica da Terra e do sol. O lugar era usado para criar uma energia tão forte que seria capaz de criar um vortex como uma nave para quem estivesse dentro. Usava a energia para aumentar a energia do Merkabah do faraó ou quem ali estivesse. Os egípcios conheciam o segredo e usufruíram das energias para os corpos do faraó para ativar o Merkaba. O Merkaba é um veículo criado pelo espírito no qual podemos viajar através do espaço. Quando o universo foi criado ele foi construído através dessa geometria. Perceba a geometria de um floco de neve e no arranjo de uma molécula.O primeiro pensamento que vem em nossa mente é: como isso é feito? Que perfeição matemática! Na verdade, essa é a geometria sagrada!

Há milênios, os engenheiros da antiguidade construíram as pirâmides e outros monumentos que não foram destruídos pelo tempo, construídos usando a geometria sagrada, que foi ensinada por alienígenas que aqui se estabeleceram ou ensinaram e partiram para seus planetas de origem.
Mas a ciência, nem os pesquisadores acreditam nessa hipótese, porque não há provas científicas da existência de seres inteligentes fora da Terra. Para a ciência as pirâmides e os monumentos seriam manifestações de pura inteligência dos engenheiros da antiguidade. Nesse artigo, demonstrarei que a tecnologia utilizada era de origem extraterrena.
Um objeto sólido não pode ter espírito, são objetos inanimados sem vida. As pedras como as rochas não podem receber um espírito como um ser humano ou qualquer forma de vida, mas com a geometria sagrada é possível criar vida artificial em qualquer objeto desde que siga o padrão de construção da geometria sagrada. Para nós humanos é difícil compreender o porque os objetos podem ter um tipo de vida artificial. Mas está ligado à nossa evolução espiritual, que está ligada a harmonia com a natureza. A geometria sagrada é uma forma de ligar-nos à natureza em uma forma de alinhamento com o Universo e com Deus.Esse alinhamento se torna tão poderoso que a natureza age de uma forma compensatória em favor da preservação e nos dando harmonia em troca.

Para a ciência um objeto não pode ter vida, mas para a geometria sagrada ela pode emanar energias que são só comparáveis às formas de vida que conhecemos. Quando um objeto é construído usando a geometria sagrada ele adquire vida, de uma forma artificial, quando isso acontece ele uma cria uma vibração energética comparável ao nosso coração. Se medirmos com aparelhos sensíveis a vibrações humanas, o monumento irá reagir do mesmo

modo que em um corpo com vida. As pirâmides tem um batimento cardíaco e com o tempo será provado que isso acontece. Cientistas já conseguiram medir essa pulsação das pirâmides, principalmente onde o corpo do faraó estava.
Não é o mesmo que dizer que uma mesa tem vida artificial, não é isso! Existem certos projetos que usam a geometria sagrada que poderiam ser considerados como formas de vidas artificiais, como uma pirâmide por exemplo, ela harmoniza com a natureza usando as energias telúricas. Uma pedra tem a propriedade natural de gravar magneticamente a história da terra, como o gelo retirado dos icebergs nos dão informações sobre o clima de milênios atrás. Na verdade esses objetos trazem informações para nós, apesar de não terem vida, mas nem imaginamos que isso é uma propriedade da geometria sagrada!
Esse efeito da geometria sagrada aumenta nossa percepção, e a parte do cérebro que processa essas imagens começa a funcionar, exercitando a compreensão e a consciência. Por isso que eu tenho certeza que são extraterrenos, os desenhos são uma forma de abrir nossa consciência.

Como funciona a geometria sagrada?
Através da criação centros de energia, em monumentos arquitetônicos transformando-os em robôs ou computadores psico eletrônicos que usam a energia telúrica para energizar e criar vibrações. A primeira coisa que imaginamos sobre tal alegação é que não pode existir formas artificiais de vida, seria impossível para o ser humano admitir a existência de vida na geometria, mas algumas formas de geometria tem uma vida artificial e que pode ser chamada de vida também, porque transmite e recebe informações. Muitas formas geométricas enviam energia através de sua geometria como no caso dos “crop circles” ou círculos em plantações.

A tatuagem é uma forma de enviar informações, bandeiras, logomarcas, desenhos, pinturas informam e nos dão mensagens subliminares sobre algum ideal. Assim a geometria é usada para informar e conscientizar. O sinal da cruz é uma forma de geometria sagrada, ela cria um alinhamento entre os pontos cardeais do planeta. Nosso corpo está alinhado com o universo de uma forma geométrica. Cada molécula, cada átomo está alinhado com a geometria sagrada e universal. Muitas pessoas sentem nervosas e desligadas do mundo porque seus corpos estão desalinhados energeticamente, sendo assim não participam da energia universal. Quando alinhamos nosso corpo, nossas energias mudam e nos tornam prazerosas de viver a vida espiritual. O chakras que são centros energéticos, e que a ciência tenta desmistificar, são reais, como seu coração é real, mas eles estão em uma

vibração energética que só pode ser vista na quarta e quinta dimensões, na terceira podemos senti-la em uma forma de harmonia com a natureza.

Com o advento da nova era teremos a possibilidade de ver os chakras, todos nós. Por quê não conseguimos vê- los agora? Nossa capacidade só pode ver coisas materiais. Se você alinhar seu corpo com a geometria sagrada vai começar a percebê-los de uma forma generalizada, como na imagem abaixo. Se uma câmera consegue capturá-lo por que você não? Qual é a diferença de uma câmera como essa e você? Simples, ela não tem a consciência igual a nossa, ela é mecânica, ela não pensa, ela apenas registra o evento.Quando pensamos criamos uma forma de bloqueio mental, impedindo a visão da realidade verdadeira, isso quebra a sua evolução, impede de descobrir as verdade sobre as coisas e sobre o ser humano. Isso impede a sua intuição e assim impede-o de refletir.

O homem está muito atrasado tecnologicamente e espiritualmente para entender e perceber a geometria sagrada dos antigos engenheiros extraterrenos. Em primeiro lugar, nenhuma tecnologia de hoje produz uma aura em espiral como essa que aparece na foto, criada para fazer uma foto kirlian da pirâmide. Os egípcios poderiam conhecer algumas propriedades da geometria, mas era um conhecimento secreto e uns poucos iniciados sabiam sobre isso e morreu com eles há milênios atrás.

Por exemplo, a esfinge: existem evidências de que a cabeça da esfinge foi colocada sobre a cabeça original pelos próprios egípcios. A parte traseira do corpo sofreu erosão por água de chuva, enquanto que a cabeça não teve erosão por água, mas pelo vento. Em algumas fotos dá para perceber as diferenças das pedras que foram utilizadas. Sendo que a pedra original é mais branca e a pedra da cabeça é mais amarelada e se parece com arenito.

Para quê as pirâmides foram construídas?

Para captar energia telúrica da terra e usá-la para aumentar o poder psíquico e obter prana do sol! As pedras são baterias de energia telúrica e geometria sagrada processa a energia telúrica e prana para ser absorvido pelo corpo humano. Esse segredo foi guardado e agora revelado, como parte da transição planetária. Se canalizássemos a energia captada dentro das pirâmides é possível até obter eletricidade de tão forte que é a energia! A força telúrica é muito potente e muitos cientistas já conhecem e sabem que a força telúrica é real.
Os maçons usam a imagem que representa o olho de hórus e a pirâmide na nota de 1 dólar para representar que os iniciados são conhecedores das leis e do poder que é passado de pai para filho, como a hierarquia dos Faraós. A pirâmide representa a hierarquia, a base dominada pelo topo.Veja , que o olho de hórus representa a onda de luz que você vê na imagem da réplica da pirâmide logo abaixo. Os maçons usam a geometria sagrada, pois todas

as imagens guardam segredos que agora foram revelados. Nessa imagem na nota de 1 dólar, é representada a pirâmide, mas com um olho que vê, o que isso quer dizer? O olho do observador, esse olho é o olho de Horus. Na verdade esse olho remonta dos Lemurianos. O triângulo e o olho são símbolos Lemurianos, que foram passados aos egípcios pelos iniciados e que foram remanescentes dos Atlantes e Lemurianos. Mas a verdade é que os Lemurianos são remanescentes dos seres que vieram das Estrelas, das constelações de Sírius e Órion. Eles vieram na Terra milhões de anos antes do homem, e aqui criaram as formas de vidas que nós conhecemos.
Mas as pirâmides não tem nada a ver com a hierarquia que os maçons e os egípcios tanto pregaram. A pirâmide representa o poder da energia dos chakras e da geometria sagrada do universo. As pirâmides foram construídas muito antes do homem por raças remanescentes de extraterrenos que conheciam os segredos da geometria sagrada para a produção de energia telúrica e prânica. As pirâmides foram construídas para uma elite de iniciados Anunnakis onde a intenção era obter energias para desenvolvimento das forças psíquicas.As pirâmides antes dos egípcios eram usados pelos deuses como portais de energia.

Quando você consegue dirigir as energia prânica e a energia telúrica para o cérebro, as partes que estão dormentes começam a funcionar e a genialidade aflora. O prana funciona no cérebro como um “upgrade” para que o cérebro funcione 100%!

As pirâmides funcionam como máquinas de processamento. As pedras captam a energia telúrica. A construção que obedece a geometria sagrada cria um tipo de vortex no centro empurrando energia telúrica e prana para o topo. Se o corpo do rei fosse colocado no centro onde existe o vortex de energia telúrica, aumentaria energia para conseguir com que o Merkaba do faraó, que é veículo de viagem astral, eleva se à uma energia muito alta, e assim podendo viajar com o corpo e espírito em uma espécie de veículo parecido com um disco voador.

Nessa imagem você pode comprovar o que eu estou explicando. Essa réplica foi usada para conseguir uma imagem da aura de uma pirâmide. Veja que a ponta da pirâmide tem uma emanação de luz e é o olho de hórus! No topo da réplica uma luz em forma de espiral de aura igual a aura humana e ela se parece com um filamento de DNA. As ondas sonoras e ondas de luz, quando emitidas formam ondas ou espirais, tudo isso faz parte da geometria sagrada. Nosso corpo também usa a geometria sagrada.

Por que o som produz imagens e sensações em nosso corpo? Porque tudo no universo se harmoniza em forma de ondas! A pirâmide produz um som e também produz uma vibração harmoniosa com a Terra. Cientistas já

descobriram que o local onde ficava o sarcófago do rei, produz uma vibração de batida de coração.

Veja que um simples objeto pode ter uma aura humana e uma vibração de vida como uma batida de cardíaca. Por isso que a pirâmide é uma das mais poderosas representações da geometria sagrada. Os Egípcios, Maias e Incas conheciam esse segredo por intermédio dos alienígenas e não por humanos e isso está escrito em seus murais!As imagens valem mais que mil palavras!

Os americanos usam a mesma imagem na nota de 1 dólar com esse intuito ela aumenta o poder sobre as outras energias, essa é uma geometria sagrada e que tem um poder mágico. O poder que os alienígenas queriam com a obtenção do pranayama é um segredo guardado por milhares de anos.

Para explicar o que é o poder conseguido pelo pranayama: ele aumenta o poder do cérebro, aumenta a capacidade cerebral aos níveis de um superdotado! O Pranayama é a energia do prana que é obtida através de exercícios de respiração. No caso da pirâmide, deve existir um lugar no centro onde os iniciados faziam seus exercícios de pranayama e assim obtendo mais força psíquica. Quero revelar, que a geometria sagrada não significa poder ou domínio sobre os mais pobres, a geometria sagrada é uma dádiva de Deus para todos os seres humanos, não só para os iniciados. Quero dizer que por décadas alguns iniciados usaram a geometria sagrada para conseguir seus bens e dominar o poder na Terra.

Tenha em mente o poder das imagens pictográficas dos “crop circles”, monumentos e imagens criadas através da geometria sagrada, elas vibram em seu cérebro, criando imagens e incitando suas emoções e ações para uma determinada vibração. Hitler usou o poder da vibração da imagem da suástica como uma ferramenta de conscientização. Mesmo a cruz da igreja católica também tem uma conscientização e uma forma de passar uma informação. Toda imagem é usada seguindo preceitos da geometria sagrada. A cruz por exemplo: ela representa os 4 pontos cardeais, e é uma representação da geometria sagrada. Os pontos cardeais formam um alinhamento.
Essa é uma imagem kirlian feita a partir de pirâmides de cobre, observe a aura que emana das pontas das pirâmide em miniatura. Elas têm o mesmo efeito da outra imagem, feita em cristal, o mesmo efeito de luz saindo do topo.
Por quê a pirâmide tem uma aura parecida com a aura humana, sendo que ela é um monumento?
Graças ao poder da geometria sagrada, ela cria um centro de energia em objetos sólidos e cria uma aura da mesma forma que em uma forma de vida. Todos os objetos produzem um tipo de energia, alguns menos, outros mais, mas os objetos que usam a geometria sagrada produzem muito mais e harmonizam-se com a natureza de um jeito muito especial, como uma montanha, uma pedra, elas não podem serem destruídas pelo tempo, porque elas seguem algumas regras que a natureza exige.

O homem é uma forma de energia e sua forma é uma forma de geometria sagrada, não somos diferentes de pedras e objetos, todas as formas possuem uma geometria específica, que de uma maneira especial produz energias. Tudo no universo produz energia, veja um exemplo simples: a Terra produz energia de uma maneira que nós através de seus recursos podemos sobreviver sem precisarmos de obtê-las através do prana ou da energia telúrica. Plantas e animais que são consumidos diariamente, para nossa subsistência, na verdade a Terra é nossa mãe e nos dá alimento, como dá uma mãe o leite ao seu filho. Como somos parte da natureza também temos esse direito, que alguns acham que também temos o direito de destruí-la para se sobreviver nela.

Sombra da pirâmide do Monte Shasta

Monte Shasta raio violeta produzido pela geometria sagrada
Em algumas canalizações, os extraterrenos explicam que as casas em outros planetas seguem uma geometria que harmonizam com o corpo humano, no mesmo padrão que alguns arquitetos usam o feng shui, de um modo harmonioso em toda a construção captando energia e distribuindo harmonicamente pelo corpo humano.

A pirâmide segue uma geometria conhecida por nós como: espiral de Fibonacci.

A espiral acima é encontrada na construção da pirâmide da base até o topo. Essa imagem da espiral de Fibonacci você pode encontrar em outras formas como: moluscos, flores, arranjos dos átomos, filamentos de DNA e moléculas.

Mas o que isso tem a ver com os extraterrenos se todas essas formas podem ser encontradas na natureza?
A geometria sagrada é uma geometria que só pode ser observada hoje em dia, porque naquela época não se pensava em moléculas, átomos e formas avançadas de geometria, imagens de fractais, apesar de terem muitas informações, essas informações só poderiam ser passadas por uma civilização bem mais avançada que os egípcios, não quero dizer que eles não eram avançados, que eles não tinham aparelhos eletrônicos ou satélites. Os conhecimentos daquela época, não eram suficientes para achar o centro geométrico da Terra! Muitos desses conhecimentos estão associados a tecnologia moderna, computadores eletrônicos, microscópios eletrônicos, satélites etc. Para que eles tivessem o conhecimento necessário teriam que ter aparelhos por onde observar a natureza em mínimos detalhes e poder classificá-la e descobrir a verdade.

Não se trata de inteligência e sim de conhecimento! Um conhecimento de como funciona a natureza e a geometria universal.
Os seres humanos da antiguidade não tinham a consciência de que um objeto possa ter uma aura ou uma ligação com átomos, ondas de luz, não era parte do conhecimento deles daquela época. Mesmo o conhecimento da geometria e matemática não eram suficientes para criar vida artificial. Vida artificial é uma tecnologia completamente alienígena para eles e para nós! É muito difícil de entender o que seja vida artificial, porque o homem ainda não tem os conhecimentos necessários para criar computadores biológicos. Hoje, os computadores biológicos, nem passam pela ideia de um terráqueo, mas no futuro, os computadores terão vida artificial ou vida biológica. Nós seres humanos não sabemos essa tecnologia e nem os egípcios sabiam! Isso é tecnologia alienígena, como expliquei anteriormente, eles apenas seguiam ordens de seres superiores.
Quando você olha para Lua imagina que ela é um monte de pedra e poeira, cheia de buracos, um asteroide inerte. Mas não é. A lua funciona como um tipo de computador que cria as fases de cheias e marés, influencia as

menstruações femininas e os humanos em geral e nos dá a luz da noite! Não é incrível que ela nos dá a luz na ausência do Sol? Você já pensou nisso?
Pois é, a Lua é um asteroide artificial criado para nos ajudar, isso não é uma coincidência simplesmente. Isso é geometria sagrada! Geralmente a ciência trata as geometrias sagradas como coincidências ou uma regra universal baseada na lei de gravidade universal, sendo que a lei de gravidade universal é parte da geometria sagrada. O homem pensa que tudo que acontece no universo são coincidências e nunca imagina que tudo isso faz parte de uma geometria universal.
Os alinhamentos são importantíssimos na geometria sagrada, porque é assim que o universo trabalha e cria os planetas e tudo que nele existe. Como a lua encobre todo o sol em um eclipse lunar deixando uma pequena fresta de luz passar? Quando usamos a geometria sagrada, estamos fazendo o trabalho de Deus continuar e nos ajudar trazendo energias.
Volto a falar na Lua. A lua nos dá energia em forma de luz de prana também. Durante a noite esse asteroide nos completa com uma energia de luz. Mas para um cientista a Lua é uma coincidência, um fruto da gravidade universal. Jamais na cabeça de um cientista passa que ela pode ser um computador artificial, mas a Lua controla as marés, a menstruação feminina, a luz da noite. Veja que a geometria sagrada não é uma história de fadas, ela é real!
A tecnologia usada em objetos sólidos para criar vida, é uma tecnologia muito avançada e já existia à milhões de anos no universo e sendo usada por várias raças extraterrenas por todo o universo. A natureza usa-a com perfeição e magnitude, é a geometria do nosso Deus criador!Com a geometria sagrada é possível criar campos energéticos duradouros e harmoniosos com a natureza.
Como escrevi anteriormente, a prova está na frente dos nossos olhos e não podemos vê-la devido a sutileza das informações. Essa sutileza tem a ver com as dimensões que nós vivemos, as pirâmides, o complexo de Stonehenge, “crop circles”, e os monumentos da antiguidade, foram construídos visando as dimensões superiores: quarta e quinta dimensões e foram criadas por alienígenas que vivem nessas dimensões.
A pirâmide é um monumento com vida artificial, ela é um computador artificial, como todas as formas de vida, elas podem guardar memórias, energias e informações. O mesmo acontece com os planetas, Sóis e luas. Não existe coincidência tudo é uma forma de geometria que rege o universo: a geometria sagrada.

Você alguma vez percebeu como a natureza usa as formas geométricas com perfeição?
A geometria de uma montanha é bem parecida com a geometria de uma pirâmide, e não é coincidência não, as montanhas são exemplos de geometria sagrada. Na antiguidade os homens tinham muita espiritualidade e em muitos monumentos deixados por eles atestam isso, mas tudo foi ensinado pelos deuses que vieram do espaço.

Os egípcios e outras civilizações deixaram essa verdade em imagens e em hieróglifos por todo o mundo, e isso demonstra que eles reconheciam a ajuda dos alienígenas e que hoje os cientistas repudiam! As imagens de alienígenas e discos voadores estão em hieróglifos por todo o mundo não dá para descartar! A ciência tenta esconder porque não sabem explicar! Mas não é falta de explicação e sim falta de visão mesmo. Cientistas fazem parte de uma escola de iniciação onde a verdade deve ser escondida. Eles tem vergonha e medo de mostrar a realidade, mesmo que ela esteja evidente, porque vai além de seus conhecimentos!
Muitos místicos por todo o mundo construíram pirâmides em suas casas e objetos usando a tecnologia sagrada e diziam ter poderes além da imaginação, foram até considerados malucos e doidos varridos, mas a prova está aí para todos verem, a pirâmide tem uma aura também como a aura humana. Você quer mais prova que isso?

As pirâmides foram construídas muito antes dos egípcios como também a Esfinge talvez anterior as pirâmides. Como prova disso eu apresento um estudo que eu fiz sobre uma imagem da esfinge de Gizé. Percebam que é tão evidente que dá para fazer isso em qualquer foto dela! Eles escondem a verdade por medo de serem ridicularizados.

A parte de baixo é diferente da cabeça, veja a diferença de pedras!

É tão evidente, que até parece que a cabeça foi colada com um tipo de cimento natural! Por quê os construtores não utilizaram as mesmas técnicas da cabeça na parte de baixo e no corpo? Porque eles somente queriam colocar a cabeça!
Abaixo da esfinge existe uma sala onde há provas de que ela foi construída por homens da antiga Atlântida, e provavelmente vai ficar lá enterrada para não estragar a festa dos egiptólogos.

A esfinge sofreu erosão por chuva, isso remonta sua construção quando o Rio Nilo era muito mais cheio. As areias do deserto não existiam nessa parte do Egito que era uma pequena floresta tropical. Com a destruição das árvores ela se tornou desértica, do mesmo jeito que acontece com o Rio Amazonas. (No futuro o Amazonas será um deserto como o Egito). A devastação foi tão grande que destruiu toda a vegetação. Os Maias também destruíram suas florestas, para construir as pirâmides, pois usavam o pó da madeira calcinada das árvores, para fazer um tipo de cimento e construir os seus templos.

Para a construção das Pirâmides foram usadas muitas árvores e água. Provavelmente conseguiram destruir toda a floresta tornando a terra desértica e como está hoje em dia. A desertificação é um evento muito destrutivo e em poucos anos afetou toda uma região. Os egípcios viveram quando o deserto já havia dominado boa parte da região. No antigo Egito ainda existiam árvores e pequenas florestas tropicais de onde tiravam árvores para a construção de seus monumentos. A geometria sagrada tem o poder de enganar os olhos técnicos, porque ela se mistura à natureza. Templos e monumentos como a esfinge são quase formas seguindo a mesma técnica que natureza cria formas naturais. Perceba nas pedras que os Incas trabalharam: elas seguem uma precisão que parece tão natural que podemos dizer que foram feitas pela natureza!

Os Egípcios se apropriaram de uma imagem que já existia antes deles chegarem ou que descobriram através de escavações e por último colocaram a cabeça. No caso das pirâmides: o alinhamento das construções com as estrelas de Órion demonstra que elas foram construídas 10.500 mil anos antes dos Egípcios! Usando uma projeção estimada cosmólogos projetaram uma hipótese de que o alinhamento com a constelação de Órion só foi possível 10.500 anos atrás devido ao movimento de translação da Terra.

Os Atlantes e Lemurianos são remanescentes de Extraterrenos que vieram da constelação de Órion, por isso o alinhamento com a constelação, mas isso não é tão evidente em outras construções egípcias, somente nas pirâmides! Se eles adoravam a constelação de Órion, deveriam haver mais alinhamentos com a constelação em outros monumentos, não é? Eu acredito que os egípcios foram remanescentes dos Atlantes e que alguns sobreviventes com os conhecimentos dos iniciados e fundaram a civilização egípcia, com o tempo foram perdendo o aprendizado dos iniciados que construíram as pirâmides de Gizé e a esfinge. O mesmo aconteceu com as civilizações na américa Latina com a destruição da Atlântida 10.000 anos atrás eles migraram para a américa latina e áfrica com a destruição de seus continentes. (: Não estou dizendo que os Maçons são remanescentes dos atlantes e Lemurianos, pelo contrário eles nunca criariam uma seita como essa, pois ela vai ao contrário do que pregavam 🙂 Os Lemurianos foram para o Monte Shasta na Califórnia e os Atlantes para o Brasil, na Serra do Roncador e lá fundaram as cidades internas conhecidas como Telos e Posid.
Geometria sagrada é uma marca registrada de que os extraterrestres, somente eles conseguiram fazer com que um objeto tenha uma aura como os seres humanos. Quando você cria uma geometria sagrada ela tem um poder incrível com combinações e formas para influenciar ou até informar quem as vê. Veja um exemplo: os “crop circles”ou as imagens desenhadas nos campos de trigo na Inglaterra, eles são usados para informar e abrir a consciência do ser humano. Os “crop circles” têm vida própria e falam com sua mente. Na verdade, a geometria sagrada é uma forma de vida inteligente que passa informações e conversa com sua mente. Quando a pirâmide foi construída ela tinha a exclusividade de uma casa de energia ou uma casa de força. Ela foi criada para dar energia aos que lá habitavam.
As pirâmides são portais de energia super potentes, que geram grande quantidade de energia telúrica e prânica. Logo após a transição planetária nós teremos casas e computadores biológicos, onde aumentarão a energia prânica e telúrica em favor do bem-estar. Hoje, os computadores, televisores e videogames, criam uma força muito forte que diminui nossas fontes energéticas ao máximo, nos transformando em seres fracos e preguiçosos. Com o advento dos computadores biológicos isso não mais aconteceria e a tendência é aumentar a força de nossos campos energéticos e nos ajudando a evoluir espiritualmente.
http://www.contatoalienigena.com/2011/05/o-segredo-da-geometria-sagrada-crop.html

A Geometria Sagrada do Som

por Healer músico /
Ani Williams
Geometria Sagrada e a Estrutura da Música
Conta a lenda como a Orfeu foi dada uma lira de Apolo. Ao tocar sua lira, Orfeu produziu harmonias que se juntaram a toda a natureza em paz e alegria.
Inspirado por esta tradição órfica da música e da ciência, Pitágoras de Samos realizou talvez o primeiro experimento do mundo da física.
Arrancando cordas de comprimentos diferentes, Pitágoras descobriu que as vibrações do som ocorrem naturalmente em uma seqüência de tons inteiros ou notas que se repetem em um padrão de sete anos.
Como as sete naturais cores do arco-íris, a oitava de sete tons – na verdade, toda a Criação – é um canto da matriz de freqüências que pode ser experimentado como som, cor, matéria, e estados de consciência.
Essa correlação de som, matéria e consciência é importante. O físico de Stanford, William Tiller, provou que a consciência humana imprime o espaço e a matéria do universo. É nossa intenção que dá a direção e a qualidade de Criação.
Acredito que essa matriz da Criação está esperando por nós para que o som mais harmonioso acorde vibrando – o som do próprio universo em uma forma perfeita idealizada.
A música de formas atômicas
Os sólidos platônicos, formas básicas da Geometria Sagrada, são cinco de formas tridimensionais geométricas que todas as faces são iguais. E cada um sólido platônico representa um dos cinco elementos da criação, como segue:

Tetraedro – Fogo
Cube – Earth
Octaedro – Ar
Dodecaedro – Éter
Icosaedro – Água
Estes cinco sólidos platônicos compõem a dança alquímica dos elementos e da própria Criação. Minha introdução ao poder espiritual de som começou com uma experiência dessa verdade.
Isso aconteceu há muitos anos atrás, quando eu estava estudando com Michael Helios – que é para mim um assistente reencarnado da Atlântida. Hélios descobriu as proporções musicais e escalas de tons correspondentes a cada uma das formas platônicas. Ele deixou sintonizado seu teclado para freqüências específicas para atingir proporções exatas.
Durante suas apresentações, ele toca as escalas e geometrias de cada forma, sem revelar aos seus ouvintes qual a forma geométrica que ele estava brincando. Os participantes meditaram sobre cada peça que ele estava jogando e, em seguida descreveram, quais as formas tinham experimentado.
Os resultados foram extraordinários. Todos os sólidos platônicos foram corretamente percebidos, sentidos e “visto” em cada uma das cinco meditações musicais. Para mim como participante, esta foi a minha primeira experiência de perceber o poder de transmissão musical e seu potencial de criação especificamente para reutilização.
Este é exatamente o que os antigos místicos e cientistas sempre nos dizem!
O dodecaedro, o Universo, e a forma humana

Quando Michael Helios tocou as suas cinco composições, eu estava mais profundamente afetada pelo dodecaedro. Esta forma pode ser vista como representante da ordem dos céus e também a mediação perfeita entre o infinito e do finito – a esfera e o cubo.
Então, vamos olhar mais de perto este como um exemplo das formas da geometria sagrada que permeiam a criação . Através de ver a simplicidade e a complexidade do dodecaedro em sua relação de forma e som, talvez possamos intuir o resto. E através da compreensão a nossa relação com o dodecaedro, talvez possamos começar a perceber o nosso lugar dentro da Canção Divina que é a Criação.
O dodecaedro é composto de doze faces pentagonais. Ele representa o quinto elemento sagrado, a potencialidade divina conhecida como “éter”.
Considerando que o dodecaedro é composto por faces de cinco lados, é fascinante que os pesquisadores em física quântica, dos E.U. e França concluíram recentemente que, com base em medições de ondas cósmicas remanescentes do chamado “Big Bang”, o universo em si é um Dodecaedro!
Além do fato de que existem cinco sólidos platônicos e cinco correspondentes elementos básicos da

vida, pode ser mostrado que toda a raça humana se junta nestas mesmas proporções sagradas.
Para o corpo físico, com os braços e as pernas abertas, é revestido por um pentagrama, com o quinto ponto a estar no topo da cabeça e os órgãos reprodutivos no centro exato.
E cada um desses pontos também se relaciona com o número cinco: cinco dedos na extremidade de cada braço, cinco dedos em cada perna, e cinco vagas na cara. Além disso, cada um de nós possui cinco sentidos da percepção física.
Assim, a proporção média de Ouro do cosmos e templos do nosso corpo estão estreitamente alinhados com a harmonia musical da quinta.
Se podemos imaginar a forma do dodecaedro pentagonal, desta música que é o universo, juntamente com a geometria do pentagrama do corpo humano, encontramos inerente tanto uma parte divina e um potencial para a perfeição harmônica. O universo e a humanidade são geometrias a cantar. E nisso somos nós mesmos que encarnamos na geometria do cosmos!
Phi e da Quinta Musical
Para acompanhar esta discussão, primeiro precisamos saber que a média de Ouro e do Pentagrama estão intimamente relacionados. Para os ângulos das cinco faces de um pentagrama se encontram numa relação de exatamente 1,618 – a taxa média de Ouro, conhecida matematicamente como phi.
O quinto é o intervalo mais sagrado encontrado na música e tem um efeito poderoso sobre a harmonização do sistema energético humano. É o primeiro harmônico que soou por cordas dedilhadas, e é o que dá a nota de sua profundidade e beleza. Seu som sagrado é a marca do canto gregoriano. No fato mais divinamente inspirada música, incluindo música New Age e de culturas indígenas, é construído em torno do intervalo musical da quinta.
Esta conexão de geometria e música é bem indicada pelo Goethe, que disse: “arquitetura sagrada é música congelada”. O mesmo é verdadeiro para a “arquitetura” do corpo humano.
Foi Pitágoras quem primeiro descreveu o intervalo de quinta que passou a ser universalmente reconhecida por sua beleza. “É uma expressão arquetípica da harmonia que demonstra” encaixando “do microcosmo e macrocosmo, em todo indissociável. O quinto é um som bonito, porque demonstra como o universo funciona.” [1]
E na construção, juntamente com os dos outros intervalos musicais, nos projetos de catedrais e templos, os arquitetos também estão a construir nos efeitos dos intervalos de musical em que as proporções sagradas são baseadas.
Estes efeitos, imediatamente sentidos como harmonioso, poderoso e centragem, podem ser experimentados em primeira mão, quando se entra numa catedral gótica ou um antigo templo egípcio. Estar tão dentro de um espaço nos ajuda a acessar outras dimensões da consciência. É a mesma experiência que é alcançada através da escuta de música sacra.
O círculo de quintas e os Chakras
Ao aplicar os princípios de progressão para os harmônicos da quinta, vimos o círculo das quintas: a seqüência musical que prefigura o relacionamento harmônico do sistema energético humano. Para o círculo das quintas delineia o sistema de chakras do corpo humano.
Como sabemos, cada chacra é uma roda de fiar. Aqui, teremos também em conta que cada chakra é composto, em ambos som e cor, uma mandala literal de geometrias.

Os tons musicais e cores tradicionalmente associados com os chakras são: raiz C (vermelho), G (garganta) turquesa, barriga D () laranja, testa () índigo, E (plexo solar) amarela, a coroa B () magenta e F # (coração) verde.[2]
O entrelaçamento dos chakras que temos de aplicar-lhes o círculo das quintas representa um sistema mais complexo do que a progressão tradicional, linear. E é interessante notar que na cura de som, as conexões entre esses “harmônicos” chakra refletir uma forte correspondência entre as nossas questões.
Por exemplo, no Círculo de progressão quintos, o chakra da raiz (sexualidade, sobrevivência e dinheiro) está diretamente ligado ao chacra da garganta (nossa expressão, falando nossa verdade). E, por trabalhar com esses dois chakras, achamos que pode curar problemas de sobrevivência.
O círculo de quintas e a sequência de Fibonacci
No círculo de quintas que vemos de outra forma em que a escala musical está relacionada com a Geometria Sagrada, para a progressão musical é um paralelo exato com a sequência de Fibonacci.
Como sabemos, a sequência de Fibonacci começa com o número 1, e continua somando os dois números anteriores. Assim, o segundo número na seqüência também é 1, então 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144 e assim por diante. E um gráfico desta seqüência quase coincide exatamente com o gráfico em espiral da seqüência de Ouro. Um deles é finito, o infinito outros. “Como acima, assim abaixo”.
Fibonacci percebeu que a ramificação natural, a floração, e as formas em espiral na natureza segue leis uniformes as mesmas encontradas em escalas musicais e por sua seqüência matematicamente prevê que todos os intervalos compõem os acordes da música.

(Com relação ao título O círculo de quintas e os Chakras, as notas musicais estão com os nomes na nomenclatura americana ou anglo-saxã, na nomenclatura latina que é a nossa, os nomes das notas são: C = Dó; G=Sol; D=Ré; A=Lá( faltou este, é o chakra da testa);E=Mi; B= Si; F#= Fá sustenido.

Abraços para todos. Cristiano Marques Pereira)

Geometria Sagrada e os cantos do nosso mundo
Platão, o descobridor do “platônico” sólidos, acreditava que a música era a mais forte das influências de toda a vida. Em seu tratado de Timaeus, Ele descreve a criação (vibracional-musical) numérica do universo físico e da alma que a anima. Ele convidou seus alunos para ativar os santuários e templos sagrados da Terra, com música sacra, empregando “coros perpétuos”, a fim de fazer eco das harmonias do Coro Celestial.
A República de Platão descreve o cosmo como sendo realizado em conjunto por oito spinning (giros) “voltas”, como uma roda gigante girando com oito tecelões femininos a soar o tecido da Criação. Cada uma das voltas contém um planeta. E em cada planeta é uma sereia que canta sua nota particular e emite sua cor específica.
No trabalho do astrônomo e místico alemão Johannes Kepler (1571-1630) centrado sobre os cinco sólidos platônicos, suas relações harmônicas e como essas formas correlacionadas com as órbitas planetárias e as frequências de som. Ele encontrou o tom musical dos planetas individuais, e as escalas musicais dos movimentos planetários. Como relatórios de Stephen Hawking, Kepler foi ainda capaz de determinar que “os quatro tipos de vozes são expressos nos planetas: soprano, contralto, tenor e baixo.”
Ao encontrar a música do cosmos, Kepler mostrou que as formas de vida na Terra, seguem os mesmos princípios harmônicos como aquelas encontradas nas estrelas.
Temples of Sound – Templos do som
Conhecimentos semelhantes saíram da tradição hermética, que viu seu ressurgimento ocidental no início do segundo milênio. Durante este tempo, centenas de catedrais góticas eram construídas por toda a Europa, todas inspiradas por este conhecimento hermético Oriental que tinha acabado de ser redescoberto pela ordem mística conhecida como os Cavaleiros Templários.
Escavação do Templo de Salomão em Jerusalém, os Cavaleiros Templários descobriram cofres dos artefatos escondidos e pergaminhos que descreviam as ciências alquímicas da geometria sagrada e da arquitetura e sua relação com o som, astronomia e genética. Relíquias sagradas também se diz que foram encontradas, incluindo a Arca da Aliança, o Santo Graal, e os segredos relacionados com Maria Madalena e uma linhagem de Santos.[3]
Inspirados por este material, as grandes catedrais góticas, incluindo Chartres, Notre Dame, Salisbury, St.Denis e Cluny, foram projetadas e construídas utilizando os princípios da geometria sagrada e acústica harmônica.
Cantar e turnos Milenar
A música sacra e canto é sempre com a gente. Mas surge em sua popularidade ocorrer no milenares pontos de viragem crucial. Isto foi assim durante o início do primeiro milênio, no início do Cristianismo, e durante a época dos romances do Graal, que começou por volta de 1000 dC. E hoje, como se forjar um novo paradigma e escrever o script “para os próximos mil anos, cantando mais uma vez entram em destaque.
A arquitetura sagrada empregada nas catedrais medievais refletidas em propriedades acústicas específicas que foram favoráveis à rondas constantes de coros perpétuos mantido pelos monges.
O autor John Michell, que pesquisou a tradição de “coros perpétuos” na Grã-Bretanha antiga, relata que esses corais foram mantidos em pelo menos três locais: Glastonbury, Stonehenge, e Llantwit Major no País de Gales. Juntos, esses locais formam a borda de um círculo na paisagem, com o centro em um local chamado Whiteleaf Druid – velho carvalho.

Michel descobriu que estes locais sagrados eram eqüidistantes uns dos outros, e que suas posições individuais corresponderam aos pontos de nascer e proporções sagradas.[4]
Da mesma forma, locais sagrados de outras culturas também foram estabelecidas em relação geométrica entre si, e foram mantidos com música sacra e canto, sincronizado com as estações e os ciclos cósmicos.
Emoção, Som e Forma
A ciência está apenas agora começando a descobrir essas inter-relações do som e da matéria.
O lançamento da nova ciência da cimática, pelo pesquisador suíço Hans Jenny (1904-1972) e experimentos mostrando que os pós-inertes, pastosos e líquidos, quando animados por sonoros, sons puros formam os padrões de fluxo espelhando aqueles encontrados na natureza, arte, e arquitetura. Ele mostrou que houve uma correlação entre o som e a forma – que, com efeito, a matéria do universo é uma manifestação física da vibração.
E como vários artigos na Spirit of Ma’at relataram, o Dr. Masaru Emoto provou repetidas vezes, através de fotografar cristais de água, que existe uma correspondência entre o pensamento geométrico e as emoções humanas e a forma muito da matéria que nos rodeia. Emoto demonstrou nas águas “tratadas” com o amor ou uma bela música, como sofre mudança molecular em bonitas, harmoniosas formas geométricas. E o mesmo acontece no sentido inverso: o caótico ou “pensamento” negativo e emoção negativa causam nos cristais de água que tornam-se informes e desagradáveis.

Essas idéias são reflexos dos princípios modernos intemporal conhecidos a todas as culturas antigas e indígenas.
Como Yellow Billy, um xamã de medicina Navajo, resume: “Nossa tarefa é canto do mundo, cantar a beleza. O mundo é um reflexo do nosso canto.”
http://groups.google.com.br/group/luz-cosmica
Solange Christtine Ventura www.curaeascensao.com.br

Geometria Sagrada– Proporção Áurea

A Geometria Sagrada começou há muito tempo, provavelmente pelas mãos de Pitágoras de Samos, que tinha certeza de que o Universo era tão lógico […]

A Geometria Sagrada começou há muito tempo, provavelmente pelas mãos de Pitágoras de Samos, que tinha certeza de que o Universo era tão lógico quanto a matemática e por isso procurava números escondidos na natureza. Em tudo o que ele observava, um número se destacava dos

outros, o 4. São 4 luas, 4 estações do ano, 4 elementos (fogo, ar, terra e água), 4 idades do homem (infância, juventude, maturidade e velhice), 4 pontos cardeais, 4 reinos (homem, animal, vegetal e mineral) entre tantos outros 4s escondidos por aí. E pela Geometria comum, o quatro é representado pelo quadrado, porém, nada na Natureza é reto e simétrico como um quadrado. Tudo é curvo e sinuoso, e durante anos Pitágoras procurou essas curvas dentro do quadrado. E, numa tarde fria de outono (essa parte eu inventei) ele descobriu a espiral gerada por um quadrado. Ambas são conhecidas hoje por Retângulo Áureo e Espiral Áurea, respectivamente.

Como se constrói um Retângulo Áureo? Para que ele serve? Isso vai me ajudar no meu trabalho? Será que devo continuar lendo esse post? Será que vou ter que rezar um Pai Nosso cada vez que fizer um retângulo? Não, meu amigo, a Geometria Sagrada ajuda-nos a agilizar nosso trabalho por fornecer proporções às quais chegaríamos de um modo ou outro gastando um pouco mais de tempo. Saiba que toda a Renascença (Leonardo, Michelangelo, Raphael, entre outros) usavam essas proporções em tudo que faziam. E porque agrada tanto? Porque você também é feito de proporções áureas e por espelhamento, ou similaridade, essas proporções agradam os humanos.

Construção do Retângulo e da Espiral Áurea:

Desenhe um quadrado
Divida o quadrado no meio
A partir de um dos pontos formados, faça um círculo até encontrar uma vértice do quadrado
Estenda a lateral do quadrado até encontrar o círculo
Você já tem um Retângulo Áureo

Definindo-se a lateral do quadrado como 1, e utilizando-se famoso Teorema de Pitágoras, chegamos ao valor 1,618… também conhecido como PHI.

Outras figuras geométricas também têm proporções áureas, como a estrela de cinco pontas, por exemplo. Mas isso é tão simples que vou deixar o Pato Donald explicar:

Assista acessando no Google o Pato Donald: chocolodesing.com/geometria-sagrada-proprção-aurea A Espiral Áurea nasce daí. Ela aparece em vários lugares.

Onde usar a Proporção Áurea

Depois dos primeiros rafs, eu tento encaixar a arte dentro de proporções sugeridas pelo Retângulo Áureo. Se não dá para usar o retângulo como um todo, uso proporções dele: 1/4 ou 1/5 de Retângulo Áureo. Sobreponho retângulos e com as intersecções acho pontos de força e atenção.

Um dos usos mais interessante que fiz, foi sugerir as proporções do peão para jogos de tabuleiro. Percebam a filosofia embutida: o peão é a representação do jogador no tabuleiro, portanto, natural que tenha proporções humanas. Utilizando o Pentagrama, o Homem Vitruviano de Leonardo e um pouco de paciência, chegamos numa relação que agradou de imediato todos os envolvidos, inclusive engenheiros e diretores de Marketing (para esses eu omiti a parte da filosofia).

Você pode se divertir procurando Retângulos Áureos em grandes obras de arte. Mas, o mais divertido é achá-los nos seus próprios trabalhos. É incrível como buscamos essas formas inconscientemente.

O Estudo da Geometria Sagrada não para aí, na verdade ela é muito extensa e tenta, de alguma forma, demonstrar que o Universo não apareceu por acaso e que uma inteligência superior (que alguns chamam de Deus) criou tudo o que existe seguindo padrões numéricos. Esse post é simplesmente para ajudá-lo no dia a dia.

Muito Obrigado!
Eu sou Renato Cracco, Diretor de Arte da Grow Jogos e Brinquedos Ltda.

Proporção áurea na natureza
Figuras geométricas
Um decágono regular, inscrito numa circunferência, tem os lados em proporção áurea com o raio da circunferência.

Segmentos do pentagrama estão na proporção áurea, como mostra a figura. O Pentagrama é obtido traçando-se as diagonais de um pentágono regular. O pentágono menor, formado pelas interseções das diagonais, está em proporção com o pentágono maior, de onde se originou o pentagrama. A razão entre as medidas dos lados dos dois pentágonos é igual ao quadrado da razão áurea.
Um pentagrama regular é obtido traçando-se as diagonais de um pentágono regular. O pentágono menor, formado pelas interseções das diagonais, também está em proporção com o pentágono maior, de onde se originou o pentagrama. A razão entre as medidas dos lados dos dois pentágonos é igual ao quadrado da razão áurea. A razão entre as medidas das áreas dos dois pentágonos é igual à quarta potência da razão áurea.
Chamando os vértices de um pentagrama de A, B, C, D e E, o triângulo isósceles formado por A, C e D tem seus lados em relação dourada com a base, e o triângulo isósceles A, B e C tem sua base em relação dourada com os lados.

Quando Pitágoras descobriu que as proporções no pentagrama eram a proporção áurea, tornou esse símbolo estrelado como a representação da Irmandade Pitagórica. Esse era um dos motivos que levava Pitágoras a dizer que “tudo é número”, ou seja, que a natureza segue padrões matemáticos.
Vegetais[editar | editar código-fonte]
Semente de girassol – A proporção em que aumenta o diâmetro das espirais de sementes de um girassol é a razão áurea.
Achillea ptarmica – Razão do crescimento de seus galhos.
Folhas das Árvores – A proporção em que diminuem as folhas de uma árvore à medida que subimos de altura. Animais[editar | editar código-fonte]
População de abelhas – A proporção entre abelhas fêmeas e machos em qualquer colméia.
Concha do caramujo Nautilus – A proporção em que cresce o raio do interior da concha desta espécie de caramujo. Este Molusco bombeia gás para dentro de sua concha repleta de câmaras para poder regular a profundidade de sua flutuação. Obs.: até hoje não se encontrou nenhum caramujo Nautilus que comprove essa afirmação amplamente difundida! (vide “O número de Ouro”, Michel Spira, palestra OBMEP, 2006; Colaboração: Prof. Francisco Teodorico Pires de Souza)
Outros – phi estão também nas escamas de peixes, presas de elefantes, crescimento de plantas. Corpo humano[editar | editar código-fonte]

O Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci. As ideias de proporção e simetria aplicadas à concepção da beleza humana.

Proporções áureas em uma mão.
A altura do corpo humano e a medida do umbigo até o chão.
A altura do crânio e a medida da mandíbula até o alto da cabeça. A medida da cintura até a cabeça e o tamanho do tórax.
A medida do ombro à ponta do dedo e a medida do cotovelo à ponta do dedo. O tamanho dos dedos e a medida da dobra central até a ponta.
A medida da dobra central até a ponta dividido e da segunda dobra até a ponta.
Essas proporções anatômicas foram bem representadas pelo “Homem Vitruviano”, obra de Leonardo Da Vinci.
Dimensão do útero em mulheres jovens (16 e 20 anos), segundo o pesquisador Jasper Vergtus, da Universidade de Leuven.10
Aplicações[editar | editar código-fonte]
O homem sempre tentou alcançar a perfeição, seja nas pinturas, seja nos projetos arquitetônicos, seja até mesmo na música.
Arte[editar | editar código-fonte]

As linhas vermelhas representam os eixos vertical e horizontal. As linhas brancas são divisões áreas. Os olhos e a boca estão posicionados nessa estrutura geométrica.11
A proporção áurea foi muito usada na arte, em obras como O Nascimento de Vênus, quadro de Botticelli, em que Afrodite está na proporção áurea. Essa proporção estaria ali aplicada pelo motivo de o autor representar a perfeição da beleza.
Em O Sacramento da Última Ceia, de Salvador Dalí, as dimensões do quadro (aproximadamente 270 cm × 167 cm) estão numa Razão Áurea entre si. Na história da arte renascentista, a perfeição da beleza em quadros foi bastante explorada com base nessa constante. Vários pintores e escultores lançaram mão das possibilidades que a proporção lhes dava para retratar a realidade com mais perfeição.
Ver artigo principal: Mona Lisa
A Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, tem a proporção áurea nas relações entre o tronco e a cabeça, bem como nos elementos da face, mas isso é uma característica inerente ao ser humano e tais proporções podem ser encontradas na maioria das pinturas em que a anatomia tenha sido respeitada.12 Medições feitas por computador mostraram que os olhos de Mona Lisa estão situados em subdivisões áureas da tela.11
Retângulo dourado[editar | editar código-fonte]

Proporção áurea em retângulos.

Alusão à seção áurea na estação Saldanha do metrô de Lisboa. Ver artigo principal: Rectângulo de ouro
Em geometria, o retângulo de ouro surge do processo de divisão em média e extrema razão, de Euclides. Ele é
assim chamado porque ao dividir-se a base desse retângulo pela sua altura, obtém-se o número de ouro 1,618.13 Música[editar | editar código-fonte]
O número de ouro está presente em diversas obras de compositores clássicos, sendo o exemplo mais notável a famosa sinfonia n.º 5, de Ludwig van Beethoven14 . O compositor húngaro Béla Bartók também se utilizou desta relação de proporcionalidade constantemente em sua obra15 , assim como o fez o francês Claude Debussy em diversas de suas sonatas16 .
No jazz há músicos que usam os números da série Fibonacci na divisão rítmica e dos compassos (Golden Mean).17
Literatura[editar | editar código-fonte]
No livro “O Número de Ouro”, Matila Ghyka demonstrou a existência da proporção áurea em textos escritos por Victor Hugo,Shakespeare, Paul Valéry, Pierre Louys, entre outros. Na pesquisa Ghyka relacionou as estrofes de acordo com o ritmo da leitura, o que ele chamou de ritmo prosódico.18
Cinema[editar | editar código-fonte]
O diretor russo Sergei Eisenstein se utilizou do número no filme O Encouraçado Potemkin para marcar os inícios de cenas importantes da trama, medindo a razão pelo tamanho das fitas de película.
Referências
Ir para cima↑ Summerson John, Heavenly Mansions: And Other Essays on Architecture (New York: W.W. Norton, 1963) p. 37. “E o mesmo se aplica em arquitetura, aos retângulos que representam estas e outras proporções (e.g. a ‘seção áurea’).”
Ir para cima↑ LIVIO, Mario. The Golden Ratio: The Story of Phi, The World’s Most Astonishing Number. New York: Broadway Books, 2002. ISBN 0-7679-0815-5
Ir para cima↑ Euclid, Elements, Book 6, Definition 3.
Ir para cima↑ Piotr Sadowski, The Knight on His Quest: Symbolic Patterns of Transition in Sir Gawain and the Green Knight, Cranbury NJ: Associated University Presses, 1996

Ir para cima↑ Richard A Dunlap, The Golden Ratio and Fibonacci Numbers, World Scientific Publishing, 1997
Ir para cima↑ Jay Hambidge, Dynamic Symmetry: The Greek Vase, New Haven CT: Yale University Press, 1920
Ir para cima↑ William Lidwell, Kritina Holden, Jill Butler, Universal Principles of Design: A Cross-Disciplinary Reference, Gloucester MA: Rockport Publishers, 2003
Ir para cima↑ Pacioli, Luca. De divina proportione, Luca Paganini de Paganinus de Brescia (Antonio Capella) 1509, Venice.
Ir para cima↑ György Dóczi. O Poder dos Limites: harmonias e proporções na natureza, arte & arquitetura. [S.l.]: Shambhala, 1981. Capítulo IV
Ir para cima↑ ABC.es. Él número áureo, descubierto en el útero. Acesso 16 de agosto de 2012.
↑ Ir para:a b Denis Mandarino (27/08/2011). A divisão áurea por detrás do olhar de Mona Lisa. AloArtista.com. Página visitada em 31 de junho de 2012.
Ir para cima↑ Ostrower, Fayga. Universos da Arte. [S.l.]: Campus, 1983.
Ir para cima↑ Putnoki, José Carlos – Elementos de Geometria e desenho geométrico. Vol. 1. Ed. Scipione, São Paulo, 1989. p. 140.
Ir para cima↑ Haylock, Derek. Mathematics Teaching, Volume 84, p. 56-57. 1978 Ir para cima↑ Ernö Lendvai – Béla Bartók: An Analysis of his Music
Ir para cima↑ Roy Howat – Debussy in Proportion
Ir para cima↑ Steve Coleman. The Dozens. Jazz.com. Página visitada em 14 de janeiro de 2014. Ir para cima↑ Matila Ghyka. El número de oro. [S.l.]: Poseidon, 1984.

Uma vez um famoso estudioso falou: “O homem não inventou a matemática, a matemática que inventou o homem.” E apesar disso não fazer muito sentido, é a mais pura verdade e tudo graças a um misterioso número.

Descobrimento do número mágico

Desde que o homem começou a usar números para contar, sua observação deles fez com que aprendesse muitas coisas. E conforme seus cálculos evoluíam, cada vez mais ele os aplicava ao mundo a sua volta.

E com o passar do tempo, o seres humanos começam a notar que existia um número em especial que parecia estar em todos os lugares, como se ele fosse o número que determinasse as regras de mundo. Assim surgiu a proporção áurea.

Um número para todos governar

As partes do corpo humano, o retângulo perfeito, uma colmeia de abelhas, o crescimento das sementes do girassol. Falando sobre essas coisas, parecem que elas não têm nada em comum, mas na verdade todas possuem o mesmo detalhe: a proporção áurea, que é o número chamado de Phi (fala-se Fi e não confunda com Pi).

Quando viram que esse número estava em todos os cantos para que se olhava, ele começou a ficar famoso e sua medida que é 1,618, começou a ser usada por todos, tanto na música, quanto nas pinturas e até mesmo no desenvolvimento de produtos.

Phi e Fibonacci

A proporção áurea também aparece na mundialmente conhecida sequência de Fibonacci, assim quando aplicamos os dois juntos diversas formas do mundo podem ser encontradas, como a espiral de uma concha, nos furacões, no movimento da água, em quadros famosos e até mesmo no formato das galáxias, por isso essas duas coisas quase sempre andam juntas:

O número da vida

A coisa mais incrível que envolve a proporção áurea é sua ligação com a vida, parece que tudo que vive no planeta Terra tem essa proporção em si. Basta observar o corpo humano para vê-la em várias partes.

Se medirmos do topo de nossa cabeça até o chão e dividirmos isso pela altura de nosso umbigo até o chão, teremos a proporção áurea.

Se medirmos o comprimento de nosso braço inteiro e dividirmos pelo tamanho dele até o cotovelo, teremos a proporção áurea.

Se medirmos o dedo da mão e dividirmos seu tamanho pelo comprimento do início do dedo até a dobra do meio, teremos a proporção áurea.

Se medirmos nossa perna e dividirmos o tamanho dela pela altura do joelho, teremos a proporção áurea.

E isso se aplica a quase tudo em nosso corpo, indo desde tamanho da cabeça até o tamanho de útero de uma mulher em sua idade mais fértil.

Tudo isso é apenas uma pequena parte de onde a proporção áurea está. Pois podemos encontrá-la em tantos lugares, que precisamos de outro post apenas para mostrar mais sobre esse que é o mais incrível de todos os números.
Fonte: Site de internet

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